MATO GROSSO
Força Tática apreende quinze quilos de drogas, quase 500 munições e prende suspeito por tráfico
MATO GROSSO
Durante patrulhamento de rotina, os militares foram informados de que havia uma grande movimentação de pessoas, com mochilas e sacolas, em uma residência supostamente abandonada, na rua Arthur Bernandes.
Imediatamente, militares da Força Tática se deslocaram e identificaram a casa com portão aberto, muito matagal no quintal e sem portas. Ao dar continuidade nas buscas, a equipe entrou e identificou em um dos cômodos, uma sacola com seis pacotes de maconha.
Já em um segundo cômodos, embaixo do colchão, foram encontrados 15 pacotes de pasta base de cocaína, pesando quase 15 quilos de entorpecentes ao todo. Os policiais ainda encontraram um balde contendo quase 500 munições de calibre 7.62 e o documento de um suspeito, que possuí diversas passagens por tráfico.
Mais tarde, em rondas pela região, os policiais encontraram um homem, conduzindo um veículo Polo, em direção a casa que havia os produtos ilícitos.
Questionado sobre o caso, ele afirmou que teria apenas deixado os entorpecentes e as munições no local, mas depois confessou ser o proprietário do material apreendido. Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.
A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.
Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.
Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.
O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
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