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Fapemat e Seciteci lançam 4ª edição de programa para bolsas de projetos de pesquisa científica nas escolas da Rede Estadual

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) abriram, a partir desta quinta-feira (13.2), as inscrições para a 4ª edição do programa Pesquisa e Inovação na Escola (PIE).

O programa busca apoiar até 100 projetos de pesquisa científica, inovação e desenvolvimento tecnológico para professores e estudantes da Rede Estadual de ensino.

“É um projeto que vem crescendo muito, ganhando bastante adeptos e se tornando uma realidade nas escolas, porque o aluno começa a ter contato com a pesquisa na escola. O programa contempla professores e alunos com bolsas, além de um aporte para custeio do projeto e aquisição de equipamentos, que ficarão na escola onde está sendo executado o projeto”, ressaltou o presidente da Fapemat, Marcos de Sá Fernandes da Silva.

Nesta edição, serão investidos R$ 2,6 milhões, sendo R$ 26 mil para cada proposta aprovada. Cada professor responsável poderá participar com apenas uma proposta no edital. O profissional deverá ter titulação mínima de graduação, possuir vínculo como servidor efetivo ou contratado com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e estar em atuação na escola onde será executado o projeto.

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“A assinatura deste edital é algo muito importante porque despertamos, junto aos nossos professores e estudantes, o interesse pela pesquisa, tecnologia e inovação. São R$ 2,6 milhões que o Governo de Mato Grosso investe, através de política pública, no cumprimento de nossa missão institucional de popularizar o gosto pelo conhecimento científico e tecnológico”, destacou o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

Cada projeto poderá conter três bolsas de Iniciação Científica Júnior (ICJr), com vigência de até seis meses, destinadas a alunos do 8º ou 9º do ensino fundamental, e para os alunos do 1º ao 3º ano do ensino médio.

As propostas podem ser feitas nas áreas de Letras e Linguagens, Agrárias, Humanas e Sociais, Biológicas, Exatas e Engenharia e Bem-Estar e Saúde.

Entre os critérios previstos no edital, estão a caracterização do projeto como pesquisa ou inovação tecnológica (04 pontos), potencial do impacto do projeto na melhoria do ensino (03 pontos), coerência e exequibilidade (02 pontos) e Qualificação do coordenador da proposta (01).

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As orientações para a inscrição e os critérios exigidos no edital podem ser acessados no portal da Fapemat (www.fapemat.mt.gov.br).

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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