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Escola de Governo está com inscrições abertas para cursos de Gestão de Finanças Pessoais e Cartilha Verde

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A Escola de Governo, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), está com inscrições abertas para dois cursos no formato de ensino a distância (EaD): Gestão de Finanças Pessoais e Cartilha Verde de Mato Grosso. Ao todo são ofertadas 450 vagas, que contemplam os servidores públicos do Poder Executivo de Mato Grosso.

O curso de Gestão de Finanças tem o objetivo de ensinar os servidores a melhor forma de lidar com as finanças pessoais. Sua matriz curricular passa por quatro módulos que vão desde inteligência emocional, planejamento pessoal e familiar, organizar despesas e princípios e formas de investimento.

A capacitação tem carga horária de 30h e fica com inscrições abertas até dia 26 de abril pelo site de capacitações da Controladoria Geral do Estado, ou clicando AQUI.

Quanto à capacitação da Cartilha Verde de Mato Grosso, as inscrições vão até dia 28 de abril, e é composto pela carga horária de 25h. Como o nome sugere, o treinamento discutirá diretrizes voltadas para a sustentabilidade em edificações da Administração Direta de Mato Grosso.

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A ementa do curso prevê a apresentação de diretrizes de sustentabilidade, conservação e eficiência de energia elétrica, uso da água e dos recursos hídricos aplicadas a prédios públicos. O objetivo do curso é disseminar a publicação da “Cartilha sobre Construções Verdes no Estado de Mato Grosso” aos gestores e servidores técnicos estaduais e capacitar os mesmos para aplicarem os parâmetros e diretrizes desse documento nos projetos e obras administrativas. 

Para se inscrever neste curso, clique AQUI.

*Com supervisão de Dayanne Santana

Fonte: Governo MT – MT

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Max Russi analisa ‘tarifaço’ americano contra lei estadual e garante que obrigação é defender MT

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Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (3), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), comentou as recentes pressões internacionais envolvendo uma legislação de Mato Grosso. A lei estadual aprovada pela ALMT, que impede a concessão de incentivos fiscais ou terrenos públicos para empresas que aderirem à Moratória da Soja, foi citada em uma investigação da “Seção 301” nos Estados Unidos, que sugeriu um novo ‘tarifaço’ de 25% sobre produtos brasileiros importados pelos americanos.

Longe de se mostrar intimidado com a reação estrangeira, o parlamentar celebrou o alcance e o impacto da medida adotada pelo Poder Legislativo mato-grossense.

“Essa discussão com os Estados Unidos, eu confesso que fiquei feliz por ter uma lei da Assembleia em referência mundial. Uma lei nossa aqui, aprovada por esse Parlamento, que deu fim à moratória da soja, incomodando o presidente dos Estados Unidos. Eles dizem que a gente não quer preservar, que tem que taxar. Mas a Assembleia Legislativa vai defender sempre Mato Grosso e o seu povo. Essa é a nossa obrigação”, afirmou Max Russi.

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Moratória– A Moratória da Soja vinha sendo criticada por lideranças políticas e do setor produtivo por travar a produção no estado, se sobrepondo às leis nacionais mesmo quando os agricultores cumpriam rigorosamente o Código Florestal brasileiro. A tese defendida pela Assembleia ganhou força jurídica e resultou em uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Max Russi pontuou que os governantes estrangeiros estão cumprindo o papel de proteger seus próprios mercados, mas reforçou que Mato Grosso não aceitará intervenções externas que prejudiquem sua economia.

“O presidente dos Estados Unidos está certo em defender o país e os negócios dele. Mas nós precisamos defender Mato Grosso contra os EUA, contra a União Europeia ou contra qualquer país do mundo que queira intervir na nossa economia e prejudicar o agro, a indústria ou o comércio. Essa moratória inibia a nossa produção”, avaliou o deputado.

Por fim, Russi adiantou que o corpo jurídico do Parlamento já se prepara para novos embates em defesa dos interesses do estado na esfera federal. “Agora estamos entrando nessa outra pauta contra o Pará. É uma disputa difícil, assim como foi a da moratória, mas nós acreditamos na nossa Procuradoria, acreditamos no nosso direito e vamos fazer essa defesa com muita tranquilidade em Brasília”, concluiu.

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