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“Era minha cobrança diária”, afirma primeira-dama sobre entrega de casas populares

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O Governo de Mato Grosso entregou 350 casas populares do Residencial Vida Nova II, no município de Lucas do Rio Verde, nesta terça-feira (22). Esse era um sonho que havia sido interrompido com a paralisação das obras em 2013.

Durante a fala do governador Mauro Mendes, ele destacou que essa era uma cobrança diária da primeira-dama Virginia Mendes, que não pode estar presente no evento, mas se sentiu realizada com as entregas das unidades habitacionais.

“Essa era uma das minhas prioridades como primeira-dama. O fato é que o Governo do Estado passava por uma crise financeira em função da pandemia, mas tínhamos a certeza de que quando isso fosse superado, a nossa gestão conseguiria finalizar as obras e concluir as entregas das casas. Estou muito feliz porque sei que o sonho de toda família é ter o seu próprio lar”, afirmou Virginia Mendes.

PARCERIA

As casas do Residencial Vida Nova II, no município de Lucas do Rio Verde, é uma parceria entre Prefeitura, Governo do Estado e Governo Federal. Elas fazem parte do programa nacional Verde e Amarelo, antigo Minha Casa, Minha Vida.

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O convênio inicialmente foi firmado entre prefeitura e União, mas o Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) destinou R$ 2,2 milhões para a execução de projetos de saneamento e conclusão das obras.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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