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Equipe do Estado sobrevoa a Resex Guariba-Roosevelt para coibir desmate ilegal

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O Estado continua com a operação Cedif, de combate aos crimes ambientais, no noroeste de Mato Grosso. Nos dias 2 e 3 de junho, uma equipe sobrevoou de helicóptero a Estação Ecológica do Rio Roosevelt e a Resex Guariba-Roosevelt, com o objetivo de flagrar crimes ambientais e coibir o desmate ilegal. Juntas, as duas Unidades de Conservação somam cerca de 234 mil hectares do Bioma Amazônia.

A ação foi conjunta entre a Coordenadoria de Unidades de Conservação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

Conforme o tenente-coronel Querubino Soares, apesar de já ter começado o período mais seco, que favorece o desmate, não houve flagrante de crime ambiental durante o sobrevoo. Isso significa que a presença do Estado na região, desde o dia 1º de junho, está sendo efetiva para coibir o desmate ilegal, a extração e transporte de produtos florestais, avalia.

A Estação Ecológica do Rio Roosevelt é uma área de proteção integral, localizada em Colniza (1.036 km de Cuiabá), o município com maior índice de desmate ilegal de Mato Grosso. Já a Resex Guariba-Roosevelt, abrange Colniza e Aripuanã, e é a última reserva de uso sustentável de Mato Grosso, para retirada de castanha e seringa.

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Operação Cedif

A Operação continua na região durante todo o mês de junho. Em Mato Grosso, foram colocadas em campo mais de 31 equipes, com 100 efetivos, para combater crimes ambientais em todo o Estado.

A Operação Cedif tem este nome por integrar todos os órgãos estaduais e federais, além de instituições parceiras, que fazem parte do Comitê Estratégico para o Combate do Desmatamento Ilegal, Exploração Florestal Ilegal e Aos Incêndios Florestais (Cedif). 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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