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Eficiência: Mato Grosso supera todas as metas nacionais para o Segundo Grau de jurisdição

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) superou todas as cinco metas monitoradas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em relação ao Segundo Grau de jurisdição. Na meta 12, por exemplo, que trata de sustentabilidade e meio ambiente, o TJMT superou em quase 300% da proposta “Impulsionar os processos de ações ambientais”, registrando a marca de 296,07%.
 
A informação foi extraída do Painel de Metas disponibilizado pela Coordenadoria Judiciária (Cjud).
 
O relatório aponta ainda, que os desembargadores e desembargadoras do Poder Judiciário de Mato Grosso conseguiram ultrapassar os dois principais indicadores que medem a eficiência na entrega dos serviços aos cidadãos – a Meta 1 (Julgar mais processos que os distribuídos), chegando a 100,11% do previsto pelo CNJ e a Meta 2 (Julgar processos mais antigos), neste item o TJMT atingiu 118,60%. Além de serem positivos para a população, esses resultados implicam diretamente na diminuição da taxa de congestionamento do tribunal.
 
A Meta 8 (Priorizar o julgamento dos processos relacionados à violência doméstica e familiar contra as mulheres), uma das prioridades da gestão da presidente da Justiça Estadual mato-grossense, desembargadora Maria Helena Póvoas, foi superada em 150%.
 
A Meta 4 (Priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra à Administração Pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos) também foi superada em 124,64% do esperado.
 
O desempenho do judiciário mato-grossense demostra a boa produtividade do Segundo Grau de jurisdição, que está comprometido e alinhado com os objetivos do CNJ em proporcionar à sociedade um serviço mais célere e com qualidade.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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