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Corregedoria inicia correições presencias em 2023

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Na próxima segunda-feira (6/02), a Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso inicia o calendário de Correições Ordinárias presenciais de 2023 visitando as comarcas de Juscimeira (157 km ao sul de Cuiabá), Poxoréu (251 km ao sul da capital), Jaciara (144 km ao sul) e Dom Aquino (166 km ao sul). Entre os dias 6 a 9 de fevereiro, serão visitadas sete unidades. O intuito é realizar um trabalho de análise profunda das atividades e rotinas das unidades. A população também poderá fazer parte do momento deixando sugestões, críticas ou elogios.
 
A equipe coordenada pelo juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luis Pereira Cajango, visitará no dia 6 de fevereiro a Vara Única de Juscimeira, no dia 7 de fevereiro é a vez da 2ª Vara de Poxoréu, em seguida no dia 8 de fevereiro serão correicionados a 1ª, 2ª,3ª Vara de Jaciara e no dia 09 de fevereiro a visita será na Vara Única de Dom Aquino.
 
Durante as correições serão examinados processos, livros, papéis, atos e tudo mais que se relacionar com os trabalhos forenses. Além disso, indicadores serão monitorados como: quantidade de processos arquivados, conclusos e paralisados, percentual de atendimento e quantidade de audiências marcadas e julgadas. A partir desses números, a Corregedoria identifica se as rotinas e a produtividade das unidades judiciais estão adequadas ou se a vara precisa de auxílio para cumprir as metas.
 
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ-MT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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