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Corregedoria-Geral da Justiça apresenta resultado positivo nos primeiros 100 dias

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) realizou reunião de 100 dias com toda a equipe para apresentar o balanço das atividades realizadas no primeiro trimestre de 2023. Na ocasião, foram destacadas algumas conquistas importantes alcançadas nos primeiros dias de gestão do corregedor-geral da Justiça, Juvenal Pereira da Silva.
 
Uma das principais conquistas foi a redução da taxa de congestionamento em todas as áreas da Justiça Comum, Juizado Especial e Turma Recursal. Essa redução representa avanço na prestação jurisdicional, pois significa que os processos estão sendo julgados de forma mais rápida e eficiente.
 
O corregedor-geral agradeceu empenho de todos e antes de concluir sua fala houve a quebra do protocolo. Ele recebeu da equipe uma camisa com os dizeres “Juvenal 100”, que marca o período. Visivelmente emocionado, o desembargador dividiu o feito. “Esses números não são meus. Tudo isso é responsabilidade de vocês que atuam com empenho para levar os serviços judiciais ao cidadão. Gratidão aos senhores que estão aqui, mas também aos servidores e magistrados que estão nas comarcas, que se dedicam tanto quanto os que estão aqui na Corregedoria”, declarou Juvenal Pereira.
 
Outro destaque apresentado pela CGJ foi a implementação do projeto Corregedoria Participativa, que possibilitou a visita a 11 Comarcas nesses primeiros meses. Esse projeto tem como objetivo aproximar a Corregedoria da população que vive nas comarcas, além de ouvir magistrados e servidores que atuam na ponta, identificando problemas e buscando soluções para melhorar o funcionamento da Justiça em todo o Estado.
 
Os juízes auxiliares da CGJ Eduardo Calmon, Emerson Cajango e Lídio Modesto também compartilharam o sentimento de gratidão pelos resultados alcançados com a equipe e enalteceram a confiança depositada pelo corregedor em todos os integrantes da Corregedoria. A juíza auxiliar, Christiane da Costa Neves, não pode participar do encontro, mas vibrou com os resultados.
 
Durante a reunião, realizada na tarde de sexta-feira (05), no auditório Gervásio Leite, na sede do Tribunal de Justiça, o coordenador da Corregedoria, Flávio Paiva Pinto, afirmou que os “números são sensacionais”. Ele também falou sobre o resultado, fruto do esforço e dedicação de todos os servidores e lembrou que ainda há muito trabalho a ser feito para a Corregedoria continuar avançando e fazendo um excelente trabalho em prol da Justiça e da sociedade.
 
Fechando o encontro, a consultora Sônia Regina Guimarães da Fonseca, ministrou a palestra “Era Exponencial – O desafio na gestão pública.”
 
Reunião de avaliação – Pela manhã, o corregedor Juvenal Pereira falou sobre o balanço da CGJ durante o encontro de avaliação de resultados, realizado na sala de reuniões da Presidência do Tribunal de Justiça. Na oportunidade, além da administração do Judiciário, estavam presentes juízes auxiliares da Presidência, Vice-presidência e CGJ, coordenadores e assessores das áreas.
 
De acordo com os dados, no primeiro trimestre de 2023, o Poder Judiciário de Mato Grosso obteve saldo positivo em suas ações que impactam diretamente nos serviços entregues à sociedade.
 
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Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa CGJ-MT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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