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Corpo de Bombeiros encerra treinamento para apoio em solo de operações aéreas

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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso (CBMMT) realizou nesta sexta-feira (19.05) o encerramento do 2º Estagio de Apoio Solo para Operações Aéreas do CBMMT. A solenidade ocorreu no Batalhão de Emergências Ambientais – BEA e contou com a presença do comandante geral do Corpo de Bombeiros de MT, cel. BM Alessandro Borges Ferreira, comandante-geral adjunto, cel BM Ricardo Antônio Bezerra Costa, diretor de Gestão Estratégica, cel BM Lahel Rodrigues da Silva e o diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa, Cel BM Marcelo Augusto Reveles Carvalho.

O 2º Estágio de Apoio Solo para Operações Aéreas do CBMMT teve 40 horas/aulas, com a participação de 20 militares de várias unidades e dos Comandos Regionais. O treinamento teve como objetivo transmitir aos alunos conhecimentos da aviação em geral, assim como conhecimentos operacionais acerca da atividade de apoio solo para as operações aéreas e demais missões de combate aos incêndios florestais, onde o emprego de aeronaves de asa rotativa e fixa se façam necessárias.

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Conforme o tenente-coronel BM Weber Dionísio Batista Júnior, o grupamento de aviação realiza anualmente a renovação dos seguros das aeronaves, contrato de combustível, contratação de pilotos para as operações aéreas na pré-temporada, aquisição de macacões, coturnos, e antes do início do período proibitivo são realizadas também manutenção dos aviões.

“ A somatória de custos para 2023 está na ordem de R$ 1,8 milhão. Agradeço o apoio do Comando do CBMMT, que por meio da DAI e DGE não medem esforços para a concretização das ações para podermos contribuir com a mitigação dos Incêndios Florestais”, disse.

O tenente-coronel informou que cada Regional do CBMMT recebeu um kit básico contendo: comunicação com rádios aeronáuticos, tanques flexíveis, moto bombas, conexões e EPIs para serem distribuídos a cada comando regional, e para que as aeronaves possam ser recepcionadas em diversos locais no Estado mais agilmente até o apoio solo e o caminhão de abastecimento dos Bombeiros chegar.

“Parabéns aos concludentes do 2º estágio de apoio solo, alunos dedicados, proativos, que entenderam a dinâmica que a atividade aérea requer que assimilaram a importância do trabalho deles na segurança e eficiência do emprego das aeronaves, confio nos senhores, e podermos realizar aquilo que foi treinado ao longo dessa semana nas operações”, destacou.

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Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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