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Corpo de Bombeiros ativa sala de monitoramento via satélite em Alta Floresta

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As ações estratégicas de proteção e combate aos incêndios dentro do bioma Amazônia foram reforçadas pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) a partir desta segunda-feira (07.02), com a ativação da Sala de Situação Descentralizada pelo 7º Comando Regional (CIBM), em Alta Floresta (a 803 km de Cuiabá).

Esse espaço está equipado com recursos tecnológicos para o monitoramento via satélite da floresta. Além disso, Governo de Mato Grosso entregou um caminhão auto tanque de combate aos incêndios, comprado com recursos próprios, totalizando R$10 milhões em investimentos a partir do Programa Mais MT.

“Estamos fortalecendo a nossa estrutura dos Comandos Regionais dos bombeiros no Estado para os trabalhos de combate aos incêndios florestais dentro do Pantanal, Cerrado e na Amazônia. A chegada deste novo veículo é resultado de investimento do Governo do Estado para aparelhar as forças de segurança”, declarou o comandante-geral do CBMMT, Alessandro Borges.

O prédio da moderna Sala Descentralizada, possui 400m², com setores de comando e controle, além de cozinha, refeitório, sala de estudos e banheiros. Toda essa estrutura é resultado da parceria entre Estado e o Ministério Público do trabalho, que destinou R$958 mil, recurso oriundo de ação civil pública do Ministério Público do Trabalho.

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Na prática, o conjunto de recursos tecnológicos vai permitir aos militares uma atuação mais abrangente no monitoramento do uso do fogo na zona rural, controle de queimadas, identificar queimadas ilegais, pontos mais críticos e o panorama da cobertura vegetal da floresta, além de outras demais ações e proteção o bioma Amazônia.

Outra importante ação será o Projeto Social Bombeiros do Futuro, que tem a proposta atender crianças de oito a 12 anos, com a finalidade de auxiliar na formação do cidadão.

O comandante do 7 ª CIBM, tenente coronel BM Ranie Sousa, destacou que a realização desse projeto resultará em uma melhor prestação de serviço à sociedade, principalmente no período mais intenso da estiagem em 2022, além disso, vai ampliar a capacidade de atendimento do projeto social bombeiros do futuro (PSBF) em toda a região de Alta Floresta.

A construção desta estrutura faz parte do projeto “Proteção da Amazônia” elaborado pelo CBMMT para política de prevenção, preparação, resposta e responsabilização dos incêndios florestais na Região alto do Tapajós, compostos pelos municípios: Alta Floresta, Apiacás, Carlinda, Nova Monte Verde, Nova Bandeirantes e Paranaíta.

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O 7 ª CIBM ainda recebeu um caminhão modelo auto tanque de combate a incêndio. O veículo zero quilômetro possui recurso tecnológico de combate aos incêndios; bomba que permite o rápido enchimento do tanque e com capacidade para armazenar e transportar 10 mil litros d’água em apenas 30 minutos; e tração 4×4 que garante força para que o veículo tenha excelente desempenho em solo irregular, podendo chegar a locais de difícil acesso. Outro importante recurso é o canhão para o lançamento d’água diretamente nas chamas mais distantes. 

Serviço

A 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar “7ª CIBM”, fica localizado na Av. Perimetral Rogério Silva, nº. 3251, Setor B, em Alta Floresta-MT.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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