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Com público de 40 mil torcedores, Brasil empata com Venezuela na Arena Pantanal

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Com um público de mais de 40 mil torcedores, a Seleção Brasileira empatou por um a um com a Venezuela na noite desta quinta-feira (12.10), na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT). A partida encerra a terceira rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.

A vinda do jogo para Mato Grosso só foi possível graças aos investimentos do Governo do Estado, que, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), faz a gestão da Arena Pantanal.

​​​​O governador Mauro Mendes afirmou que receber a competição é motivo de orgulho para Mato Grosso.

“Em nome de todos os mato-grossenses, agradecemos o prestígio da CBF por recebermos aqui um jogo das Eliminatórias da Copa do Mundo, com grandes craques, e por propiciar a nossa população um grande espetáculo”, afirmou o governador.

Segundo ele, o Estado tem se consolidado cada vez mais na rota do esporte, trazendo oportunidades de economia, turismo e desenvolvimento. “Estamos muito honrados com tudo isso e todo o nosso esforço está revestido de alegria e entusiasmo”, completou Mauro.

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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, destacou que as instalações da Arena Pantanal possibilitaram uma completa adaptação da equipe, com a oferta de tudo que é necessário para o bom desempenho da Seleção.

“Quero agradecer publicamente ao Governo do Estado por tudo que foi feito na Arena Pantanal para que a Seleção Brasileira pudesse ser recebida e jogar o futebol que possa levar à classificação para o Mundial em 2026. Estendo o meu agradecimento a cada uma das pessoas que direta ou indiretamente estiveram imbuídas na entrega desse trabalho”, disse o presidente.

Com o resultado do jogo, o Brasil chega a sete pontos e cai para a segunda posição na tabela das Eliminatórias Sul-americanas, atrás da Argentina. O gol brasileiro foi marcado por Gabriel Magalhães, aos quatro minutos do segundo tempo.

De acordo com o secretário da Secel, Jefferson Carvalho Neves, a volta de um jogo do Brasil para Mato Grosso depois de 21 anos foi construída com investimentos e trabalhos contínuos.

“Hoje é um dia histórico para o Estado, um sonho que está sendo realizado. Com o suporte do governador, há dois anos estamos construindo essa oportunidade e criando as condições para essa realidade acontecer, e hoje celebramos a seleção brasileira aqui perto do nosso povo”, destacou o secretário.

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Melhorias na Arena

O Governo do Estado realizou diversos serviços na Arena Pantanal, entre elas a implantação de luzes artificiais que imitam a luz solar, que ajuda a fortalecer a grama do campo. Também houve uma grande limpeza na membrana da fachada do estádio.

Dentre as melhorias mais recentes estão ainda a implantação de um sistema integrado de videomonitoramento e a troca de capacitores dos refletores, o que aumentou em 40% a luminosidade do campo, além de reparos na rede elétrica, hidráulica e nos vestiários.

Além disso, investimentos específicos para o jogo, ficarão como legado como o espaço da academia de ginástica e a reabertura do auditório restaurado, que foi utilizado como centro de coletiva de imprensa.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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