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Com mais de 264 mil visitantes, Natal Abençoado do SER Família encerra atividades amanhã (30)

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O Natal abençoado do SER Família encerra as atividades na Arena Pantanal neste sábado (30.12) com sucesso de público. Desde que foi aberto, em 14 de dezembro, o local recebeu 264.215 mil pessoas.

A média de visitantes é de 20 mil por dia, sendo que o maior público foi registrado no dia 23 de dezembro, véspera do Natal, quando 44.056 pessoas foram à Arena Pantanal para conhecer a cidade do Natal Abençoado. Esse foi o maior público da história da Arena Pantanal, batendo recorde de público de todos os eventos já realizados no local, mesmo os dos jogos da Copa do Mundo de 2014, em que a média foi de 40 mil pessoas em cada um dos jogos.

O maior público registrado na Arena tinha sido o jogo entre Cuiabá e Operário, pela Série C, em 2018, quando 41,3 mil pessoas foram ao estádio.

O Natal Abençoado do SER Família foi idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, e pode ser visitado das 18h às 22h.

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“Estou muito feliz com as visitas que a Arena Pantanal tem recebido com o Natal Abençoado do SER Família. Quando idealizei esse projeto pensei em como o público poderia resgatar a tradição do Natal e das confraternizações de fim de ano. Por momentos, as pessoas se encantam e saem com uma linda lembrança. Cada detalhe foi pensado com muito carinho e amor. Amanhã será o último dia, e com a graça de Deus, em 2024, vamos realizar mais sonhos”, afirmou Virginia Mendes.

A entrada para visitar a cidade do Natal Abençoado é gratuita, contudo, quem quiser pode levar lata de leite em pó, caixa de chocolate e fralda descartável, que serão doadas para entidades cadastradas na Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

A ação é realizada pelas Secretarias de Estado de Assistência Social (Setasc), Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e gabinete de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf). O recurso para a estrutura do evento é oriundo de emenda parlamentar.

O local dispõe de cenários decorados em um espaço de 5 mil metros quadrados, além de praça de alimentação e parquinho de diversões para as crianças.

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Entre os cenários temáticos, a Casa do Papai Noel com neve artificial é uma das principais atrações.

A segurança do local é garantida por equipes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, além do monitoramento em tempo real com câmeras de segurança pelo Centro Integrado de Operações e Segurança Pública (Ciosp).

Fonte: Governo MT – MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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