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Com investimentos de mais de R$ 92 milhões, manifestações culturais cuiabanas são prioridades para Governo de MT

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Considerada a maior festa popular brasileira, o Carnaval faz parte da tradição e da cultura do povo cuiabano. Outros símbolos de Cuiabá, que completa 305 anos nesta segunda-feira (08.04), são o Siriri e o Cururu. Esses são dois exemplos de importantes manifestações culturais para a população, e que têm sido priorizadas por investimentos do Governo de Mato Grosso. Nos últimos cinco anos, foram investidos mais de R$ 92 milhões na oferta de cultura e lazer na Capital.
 

“Estávamos há três anos sem nenhum evento carnavalesco, e conseguimos apresentar os desfiles para a população cuiabana. O apoio do Governo de Mato Grosso foi super importante para realizarmos o evento neste ano. A maior parte das agremiações estavam sucateadas, porque sem Carnaval ficamos parados por muito tempo e precisamos retomar do início”, ressalta o presidente da Liga dos Blocos e Escolas de Samba de Cuiabá, Celso Nazário.

Além de ser um símbolo da cultura cuiabana, o desfile das escolas de samba dentro do carnaval promove impactos socioeconômicos positivos na cidade. Movimenta o comércio, propicia contratação de mão de obra e valorização dos artistas.  Neste ano, além de patrocinar o evento, o Governo de Mato Grosso permitiu que a condução fosse feita pelos mestres da cultura popular, que vivenciam o Carnaval o ano inteiro. O protagonismo para realizar o Festival de Siriri e Cururu também foi concedido para os mestres da cultura popular, valorizados pelo Governo de Mato Grosso.


 

Com os investimentos, o Governo de Mato Grosso em Cuiabá tem como objetivo oferecer à população ganha com acesso à cultura e lazer, que chegam nas comunidades como ações e eventos de teatro, música, dança, cinema, circo, literatura, festas populares e outras expressões artísticas.

Nestes cinco anos, o Governo de Mato Grosso patrocinou outros eventos importantes de valorização da cultura do povo cuiabano, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Entre esses, o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (Cinemato), Mostra de Dança de Mato Grosso, Festival Vambora, Festival Baguncinha, Expo Favela MT, Orquestra Ciranda, entre outros. São projetos, que, inclusive, entram no planejamento anual de investimentos, garantindo a continuidade das ações por causa do impacto positivo na cadeia produtiva da cultura.

Houve também projetos desenvolvidos por meio dos editais, que resultaram em 725 produtos e serviços culturais para a população de Cuiabá. Entre elas estão lançamento de álbuns de música e livros, realização de shows, gravação de filmes e séries, festivais (dança, música, teatro), realização de festas, exposições de artes visuais, além de ações de valorização da cultura dos povos indígenas, ciganos e população negra.


 

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O Centro Cultural Casa das Pretas, localizado no centro histórico de Cuiabá, é uma instituição que atua no empoderamento e na defesa dos direitos de jovens e mulheres negras mato-grossenses. Contemplada com recursos para obras de revitalização do prédio, instalação de uma biblioteca e para o desenvolvimento de projetos, a entidade conta com o apoio do Governo de Mato Grosso para realizar capacitações e eventos culturais.

“Nós fazemos parte de uma população que é invisibilizada a todo momento. E é necessário entender que, quando a política pública chega até a ponta, ela muda a história, transforma, inclui. E é necessário fazer com que esses trabalhos sejam contínuos. É nisso que a gente acredita, numa Secel que respeita e promove a diversidade, que busca uma política de Estado que atenda a todos, como tem nos atendido em projetos culturais”, destaca a presidente do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune), Antonieta Costa.

Outra forma de democratizar o acesso à cultura é o investimento em instituições reconhecidas como Pontos de Cultura, que desenvolvem projetos e ações diretamente nas comunidades, como é o Instituto Casarão das Artes, no bairro Pedra 90.   

O espaço desenvolve ações contínuas de formação, com aulas gratuitas de dança de salão, Siriri, percussão alternativa e violão para a comunidade da região e outros bairros de Cuiabá. Além disso, mantém uma biblioteca comunitária com 1200 obras catalogadas e um estúdio de gravação de áudio, que, futuramente, servirá para subsidiar a produção de álbuns de artistas locais.

“Nossos principais projetos foram viabilizados através de emendas parlamentares e editais da Secel, as aulas gratuitas, a biblioteca, o estúdio de gravação. Começamos o projeto em 2019 com menos de 20 participantes, e atualmente temos 170 alunos matriculados. E o número vai aumentar porque estamos em período de inscrições”, destaca o artista e coordenador do Instituto Casarão das Artes, Vini Hoffmann.

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A cultura da economia criativa, contemplada com editais e ações voltadas aos empreendedores, foi impulsionada com projetos que saíram do papel e negócios que conseguiram mais viabilidade financeira. Entre os exemplos em Cuiabá estão o Coletivo Quariterê e o Encontrei Brechó, que obtiveram melhor posicionamento no mercado após os ciclos de capacitação, participação em eventos e intercâmbios.

O Coletivo Quariterê é formado por produtores de audiovisual de Mato Grosso, e tem como foco discutir e promover igualdade de gênero e raça por meio de produções audiovisuais. Com apoio da Secel, a organização já realizou filmes e cursos de formação em audiovisual. O Encontrei Brechó é fruto de consultorias do MT Criativo, oferecidas para a empreendedora Juliana de Souza Silva, que conseguiu abrir o negócio após participar de um edital do órgão.
 

“Cada um que está no coletivo tem sua trajetória no audiovisual, e ter participado do edital da Secel foi um pontapé para a gente conseguir realizar projetos e ter uma outra visão de negócio, numa perspectiva de produtora. Foi um processo de transformação enriquecedor”, comenta Paula Dias, presidente do Instituto Quariterê, realizador do filme de curta-metragem Mansos.

Cuiabá ganhou também com a valorização do patrimônio cultural, com investimentos diretos na revitalização de prédios do Centro Histórico, como a Igreja Nossa Senhora do Bom Despacho, Igreja Nossa Senhora da Boa Morte, Igreja Nosso Senhor dos Passos, além de edificações como a Casa Barão de Melgaço e o Centro Cultural Casa das Pretas.
 

Os investimentos na cidade também ocorrem via espaços culturais da Secel (Cine Teatro Cuiabá, Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça, Museu de História Natural de Mato Grosso, Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, Museu Residência dos Governadores, Galeria de Artes Lava Pés e Casa Cuiabana), que oferecem acesso a atividades culturais e de lazer para a população.¿

Fonte: Governo MT – MT

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Arcebispo de Aparecida pede desarmamento e atenção à fome e à pobreza

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Na principal cerimônia religiosa realizada nesta segunda-feira (12) na Catedral Basílica de Aparecida (SP), dia da Padroeira do Brasil, o arcebispo metropolitano de Aparecida, Dom Mário Antônio da Silva, pediu o desarmamento e atenção à fome e aos pobres.

Dom Mário fez as declarações no sermão da missa solene das 9h. Entre os presentes, estavam o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Quem escuta Deus não pode ficar indiferente diante da fome, da pobreza, da violência, da solidão. Não pode ficar indiferente diante das famílias feridas, das crianças também feridas, dos jovens sem esperança, dos idosos abandonados. Não podemos ficar indiferentes diante das guerras, da destruição da natureza, e de tantos outros males que nos afetam, que afetam a população do Brasil e do mundo”, destacou o arcebispo no sermão da missa.

Em outro trecho da homilia, o arcebispo pediu o desarmamento e a paz.

“Sabemos que Jesus manda construir a paz. E aqui escutando [o papa] Leão XIV, uma paz desarmada e desarmante. Mas muitas vezes alimentamos divisões com armamentos, com guerras e tantos confrontos entre nós. O evangelho, queridos irmãos e irmãs, não nos autoriza a odiar quem pensa diferente, e nem a matar os inimigos”, acrescentou.

Movimentações políticas sobre a padroeira

Após a cerimônia, em entrevista coletiva, Dom Mário foi perguntado se temia que Nossa Senhora Aparecida perdesse o título de Padroeira do Brasil. A polêmica surgiu no mês passado, após a circulação de informações de que grupos evangélicos ligados à campanha de Flávio Bolsonaro teriam manifestado reprovação ao título de Padroeira com abrangência nacional.

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O candidato do PL, no entanto, negou que tenha intenção de destituir Nossa Senhora como padroeira do país.

“Não tenho nenhum temor de que Maria deixará de ter importância que tem na vida do povo brasileiro. O título de padroeira do Brasil foi dado pelo papa em 1930. E proclamado aqui no Brasil, a capital era o Rio de Janeiro, em 31 de maio de 1931. Então já é uma longa data desse título de Maria padroeira do Brasil”, disse.

O arcebispo, no entanto, admitiu haver movimentações políticas “favoráveis e contrárias”, mas ele não quis “fazer cenários” sobre o futuro.

“Creio que as movimentações políticas favoráveis ou não existem hoje e existirão no decorrer dos próximos anos. É claro que existem vários questionamentos daquilo que poderá acontecer no próximo ano, dependendo das eleições do segundo turno. Mas eu creio que, no momento, não cabe a nós fazer cenários que nos assustem ou que destituam aquilo que estamos vivenciando hoje com muita alegria”.

Romeiros

O dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, foi marcado pela visita de milhares de pessoas à Brasílica na cidade de Aparecida (SP), no Vale do Ribeira. De acordo com estimativas dos administradores do santuário nacional, cerca de 150 mil pessoas deverão passar pelo local hoje.

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No período da novena de Nossa Senhora Aparecida, iniciada há dez dias e encerrada ontem (11), cerca de 500 mil pessoas estiveram no santuário.

A missa solene, das 9h, foi a cerimônia mais disputada pelos romeiros e lotou a basílica. Mesmo durante a celebração, os devotos faziam uma grande fila para passar diante da imagem de Nossa Senhora Aparecida, alocada sobre uma passarela.

O romeiro Anderson Roberto Mendes da Costa, de 47 anos, veio a pé, da zona Leste da capital paulista. Caminhou por 172 quilômetros e teve de enfrentar muitas dificuldades para chegar ao santuário.

“Foram cinco dias caminhando. Foi bem penoso. No caminho, a gente pegou chuva de vento, granizo. No terceiro dia, deu muito sol. Foi bem penoso também, o pessoal teve insolação. Teve o pessoal que pegou infecção intestinal, mas graças ao bom Senhor, a gente conseguiu chegar. Mesmo com as dores, mesmo com as tormentas, chegamos todos bem, realizados com as bênçãos que foram conseguidas”, disse.

Rosemeire Alves Araújo Vieira, de 59 anos, veio de Minas Gerais em uma excursão e disse que pedia a Nossa Senhora uma benção especial ao Brasil, no atual momento de eleição.

“Vim agradecer e pedir benção para o nosso país, para o momento em que nós estamos vivendo, com essas eleições. Vim de Belo Horizonte e estar aqui é uma emoção muito grande”, ressaltou.



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