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Central de Processamento fará atendimento sobre processos para expedição de RPV e precatório

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A Central de Processamento Eletrônico (CPE) iniciará o atendimento ao público para consultas de processos encaminhados para a expedição de Requisição de Pequeno Valor (RPVs) e Precatórios, com a finalidade de atender, informar e auxiliar os advogados e partes interessadas nas ações. O atendimento começa na próxima segunda-feira (05) e poderá ser feito por três canais de comunicação.
 
As ferramentas utilizadas serão o Whatsapp, o balcão virtual (via site) e e-mail. O atendimento eletrônico será realizado durante horário de expediente, das 12h às 19h, nos dias úteis, por ordem de chegada.
 
“Optamos por todos esses canais para trazer facilidade e celeridade na comunicação com o público. Essa é uma das missões da CPE, dar celeridade aos processos ao mesmo tempo em que traz transparência ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Poder Judiciário de Mato Grosso”, disse o coordenador da CPE, o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT), Emerson Cajango.
 
A gestora judiciária da CPE, Thalita Balan Taborda, destaca que o interessado deve enviar, exclusivamente, mensagem de texto. Caso seja necessária a realização de chamada de videoconferência ou de voz, o atendimento deverá ser por meio de Balcão Virtual. “Visando celeridade no atendimento o usuário deverá indicar na mensagem inicial o número do processo e a informação desejada. Assim conseguimos localizar mais facilmente a demanda do usuário”, explicou.
 
A Central de Processamento Eletrônico (CPE) tem desempenhado inúmeras funções nas demandas das unidades judiciárias do Primeiro Grau do Poder Judiciário de Mato Grosso. As ações vão desde digitalizações e inserções dos processos no PJe, até os trabalhos desenvolvidos no Núcleo da Justiça 4.0, essenciais para a transformação do Judiciário brasileiro que colocam Mato Grosso na vanguarda da digitalização e facilidade de acesso dos usuários.
 
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, ressaltou a importância da CPE no atual processo de inovação pelo qual o judiciário de Mato Grosso está passando. Segundo o desembargador, a central já é reconhecida como o “superpoder” do judiciário estadual, sendo capaz de resolver problemas de forma eficiente. “A CPE sempre está presente nas inovações propostas pelo judiciário e vem colhendo resultados que nos enchem de satisfação”, disse. 
 
Canais de atendimento:
 
O contato para mensagem de texto (WhatsApp) da CPE será o (65) 99330-1635.
 
E-mail: cpe.rpv@tjmt.jus.br
 
 
A página Portal dos Canais Permanentes de Atendimento Digital (https://canaispermanentesdeacesso.tjmt.jus.br/) disponibiliza contatos de todas as comarcas e informações sobre as demais formas de atendimento virtual utilizadas pelas unidades judiciárias de Primeiro e Segundo Graus de jurisdição.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens. Imagem 1 – Parte da equipe da CPE durante o expediente no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Todos estão em suas mesas, em frente aos computadores, com divisórias na cor cinza entre uma mesa e outra.
 
 
Gabriele Schimanoski 
Assessoria de Comunicação CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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