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Câmeras do Vigia Mais MT levam a prisão de seis foragidos da Justiça durante o Carnaval

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Câmeras do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), levaram à prisão de seis pessoas com mandados de prisão abertos durante as ações do programa Tolerância Zero neste feriadão de Carnaval. As capturas dos foragidos ocorreram na região metropolitana de Cuiabá.

Conforme dados da Coordenadoria do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), responsável pelo programa, quatro deles foram presos em Chapada dos Guimarães, um em Cuiabá e outro em Santo Antônio do Leverger. As câmeras possuem tecnologia de reconhecimento facial.

Dentre os presos, está um homem condenado por roubo. Outro era investigado por tráfico de drogas. As prisões ocorreram entre os dias 28 de fevereiro e 04 de março.

O comandante da Companhia de Polícia Militar de Chapada dos Guimarães, tenente coronel PM Douglas Catanante, destacou que as câmeras do Vigia Mais MT atuaram de forma preventiva e proporcionaram mais tranquilidade às pessoas que festejaram com segurança.

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“Essas câmeras nos auxiliam a identificar foragidos da Justiça, criminosos que circulam normalmente em meio às pessoas, mas que foram presos, evitando incidentes que poderiam vir a prejudicar a tranquilidade de um cidadão de bem”, afirmou.

As câmeras do programa Vigia Mais MT estão instaladas em pontos estratégicos e com maior aglomeração de pessoas. Os presos foram encaminhados às delegacias de polícia dos respectivos municípios para procedimentos legais.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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