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Auditoria Interna do Tribunal de Justiça cria Grupo de Estudos com foco na performance de resultados

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Com a meta de garantir maior qualidade na entrega de resultados, a Coordenadoria de Auditoria Interna do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (CAud), criou um Grupo de Estudos Permanente com o objetivo de discutir e aprofundar o debate sobre temas ligados à eficiência da gestão pública e assuntos de interesse da administração.
 
A iniciativa é inovadora na unidade de Auditoria Interna e tem a meta de promover o aperfeiçoamento, integração e capacitação da equipe de auditores e assessores, sempre na busca de melhorias na rotina de trabalho.
 
O aperfeiçoamento dos servidores faz parte das diretrizes do Poder Judiciário, e cumpre a agenda prioritária de ações estabelecida pela gestão da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, que tem entre suas estratégias garantir performances cada vez mais eficientes à prestação jurisdicional.
 
A cada mês, um novo tema é definido, explica Wellington Corrêa, coordenador de Auditoria Interna. Neste mês, o tema discutido entre os servidores é Gestão de Risco, que visa preparar a organização para, em determinadas situações, se antecipar na escolha de alternativas mais viáveis a fim de que possíveis ocorrências negativas sejam minimizadas.
 
Wellington salienta que o papel da Auditoria Interna não é punir, ao contrário, é contribuir para a eficácia e eficiência da administração, com recomendações sobre melhorias para o aprimoramento das atividades.
 
“Essa troca de informações, o debate, as discussões levam ao aprimoramento do trabalho, e faz parte da função do servidor público, se especializar para prestar e desempenhar seu trabalho da forma mais eficiente possível. E a função da auditoria infelizmente é distorcida. Nosso papel não é apontar o erro de A ou B, mas sim de auxiliar a gestão a atingir os objetivos estabelecidos no planejamento estratégico, e aprofundando os estudos, estaremos prontos sempre que provocados pela administração para nos manifestar, e também de nos antecipar, propondo melhorias”, defendeu o coordenador.
 
Apesar de não participar diretamente da elaboração da Gestão de Risco, a avaliação sobre as estratégias definidas e que serão adotadas pela administração passam pelo crivo da Auditoria, que tem a função de avaliar possíveis pontos frágeis e propor o aprimoramento da estratégia.
 
A Auditoria Interna também tem o papel de contribuir para que a gestão se mantenha focada no cumprimento das metas estabelecidas pelo planejamento estratégico, e caso necessário, faça as recomendações cabíveis para a correção de fragilidades, que coloquem em risco a performance e o alcance de resultados.
 
  
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: foto ampla de toda equipe à mesa, durante os estudos.
 
Naiara Martins/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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