MATO GROSSO
Atividades integradas buscam potencializar atuação do CSI/GSI
MATO GROSSO
Utilização de drones e intensificação de varreduras são algumas das estratégias que serão utilizadas para potencializar a capacidade de atuação do Centro de Apoio Operacional do Conhecimento e Segurança da Informação (CSI) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foram incorporados em uma mesma unidade. Nesta quinta-feira (23), o coordenador do setor, promotor de Justiça Mauro Zaque de Jesus, realizou uma reunião com todos os integrantes da equipe para promover o alinhamento das ações.
“Com a integração do CSI e GSI, as nossas responsabilidades e as expectativas em relação ao nosso trabalho aumentaram. São atividades que exigem comprometimento, foco, profissionalismo e principalmente postura no desempenho das funções”, ressaltou o promotor de Justiça.
O Cel. PM Esnaldo de Souza Moreira, responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional, chamou a atenção dos agentes para os padrões de comportamento exigidos para o exercício da função e da importância de não subestimar a rotina. “Normalmente, é a rotina que leva a desmerecer a situação de risco”, alertou.
O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, fez o encerramento do encontro, colocando-se à disposição para a execução de projetos que possam reforçar o trabalho de segurança institucional e orgânica. “Queremos ampliar o nosso setor de inteligência e segurança orgânica. A capacitação de nossas equipes está entre as prioridades da nossa gestão”, assegurou.
Fonte: MP MT
MATO GROSSO
Salas Acolher + Saúde fortalecem rede de proteção com atuação integrada em Cuiabá
Mulheres em situação de violência contam com atendimento integrado e mais próximo de casa por meio das Salas Acolher + Saúde, estratégia da Prefeitura de Cuiabá que ampliou de dois para quatro os espaços destinados ao acolhimento. As salas funcionam em Unidades de Saúde da Família (USFs) e integram as ações das secretarias municipais de Saúde e da Mulher.
Atualmente, as Salas Acolher + Saúde estão instaladas nas USFs Jockey Clube, Grande Terceiro, CPA 4 e Ribeirão da Ponte. Nesses espaços, as mulheres recebem atendimento multiprofissional, de acordo com as necessidades apresentadas. Entre os profissionais disponíveis estão psicólogos, enfermeiros, médicos, odontólogos, nutricionistas e assistentes sociais.
De acordo com a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, a integração entre as duas secretarias permite encaminhar as mulheres de acordo com as necessidades identificadas durante o atendimento. “As Salas Acolher + Saúde são uma estratégia da Prefeitura de Cuiabá para ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência. A Secretaria da Mulher trabalha integrada com a Secretaria de Saúde, de maneira que as mulheres que estejam em situação de violência tenham real atendimento dentro da Prefeitura de Cuiabá”, destacou.
O fluxo entre os serviços das duas secretarias funciona nos dois sentidos. Mulheres atendidas nas unidades de saúde podem ser encaminhadas aos serviços da Secretaria da Mulher, enquanto aquelas que chegam primeiro à rede de proteção também podem ser direcionadas para atendimento na área da saúde.
A secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Thaís Silva de Brito Sobrinho, destaca que a ampliação dos espaços permitiu descentralizar o atendimento e aproximá-lo dos bairros. “Anteriormente nós tínhamos duas Salas Acolher + Saúde. Hoje nós temos quatro, ou seja, nós duplicamos para que essas mulheres tenham mais acesso e, principalmente, dentro do território, garantindo que cada regional de saúde tenha pelo menos uma sala”, afirmou.
Cinara também enfatizou que as Salas Acolher + Saúde funcionam como porta aberta. “Isso significa que a mulher não precisa morar na região onde está localizada a unidade para buscar atendimento. Ela pode procurar qualquer um dos quatro espaços e será acolhida pela equipe”, completou.
Com foco na descentralização do atendimento, a Prefeitura de Cuiabá substituiu as antigas Salas da Mulher das UPAs pelas Salas Acolher + Saúde, ampliando o acesso e fortalecendo a rede de proteção às mulheres. Em casos de violência sexual ocorridos em até 72 horas, a orientação é procurar o Hospital Universitário Júlio Muller, onde funciona o Projeto Ipê.
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