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Alunos e professores da região Sudeste de MT podem inscrever projetos na XVII Mostra Estadual de Ciência

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Estão abertas as inscrições para a XVII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI), organizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), para alunos e professores da rede pública e privada da região Sudeste de Mato Grosso.

Pela primeira vez, a seleção de projetos será realizada de forma regionalizada. As inscrições são gratuitas, seguem abertas até 23 de maio para estudantes da região Sudeste e podem ser realizadas de forma virtual, pela página do evento – clique aqui para acessar. A exposição dos trabalhos ocorre entre 28 e 30 de maio.

“É com grande entusiasmo que anunciamos a abertura das inscrições para a MECTI. Neste ano, o evento contará com etapas classificatórias e mostras nas cinco regiões de Mato Grosso. Os projetos selecionados avançam para a grande final na etapa estadual em Cuiabá”, afirma o secretário Allan Kardec.

Os interessados poderão escolher o formato de apresentação (on-line ou presencial). As categorias das pesquisas são ciências, engenharias e economia criativa. Podem participar estudantes da rede pública e privada do 8º e 9º ano do ensino fundamental, além de alunos dos três anos do ensino médio, inclusive os que estão fazendo cursos técnico profissionalizante. Os projetos passarão por uma avaliação antes do anúncio dos selecionados para a mostra, e os resultados divulgados no dia 26 de maio.

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“O objetivo da mostra é fomentar a pesquisa científica nas escolas e estimular o pensamento criativo, cidadania e qualificação para o mundo do trabalho”, completa o coordenador do programa de Popularização da Ciência da Seciteci, Marcos Natanael.

Cada projeto inscrito deverá ser representado por, no máximo, dois participantes, sendo um estudante e um professor-orientador. Dos 90 trabalhos selecionados nas regionais, 40 serão apresentados de forma presencial na etapa final e o restante na modalidade virtual.

Mais detalhes, como a relação de municípios por regional, podem ser conferidos no edital – clique aqui para acessar.

Etapa estadual

A etapa estadual será finalizada durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorrerá entre 22 e 24 de outubro, em Cuiabá, onde os trabalhos serão expostos ao público.

Os projetos com melhor pontuação (1º lugar) do ensino fundamental, médio e técnico terão como premiação um smartphone para cada aluno vencedor. Os alunos também podem ganhar um notebook, oferecido pelo Instituto Farmun, para os melhores trabalhos no tema agro.

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Os dois projetos das categorias ensino médio e/ou técnico com maior pontuação e o vencedor do prêmio Farmun serão indicados para participar da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia da Universidade de São Paulo (USP).

Serão ofertadas ainda 24 bolsas de iniciação científica júnior (ICJ) de R$ 300,00 mensais através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat). A duração será de até 12 meses para os primeiros colocados em todas as categorias.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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