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Alunos do curso de Direito da Faculdade Invest participam do ‘Nosso Judiciário’

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Como saber qual área de atuação jurídica escolher sem ter a experiência de conhecer de perto o Poder Judiciário? Os cinquenta e cinco acadêmicos do terceiro, sétimo e oitavo semestres de Direito da Faculdade Invest tiveram a oportunidade de esclarecerem suas dúvidas sobre o futuro profissional e puderam acompanhar a sessão da 1ª Câmara de Direito Público e Coletivo, presidida pelo desembargador Márcio Vidal, com a participação da desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos e da desembargadora Maria Erotides Kneip.
 
Durante a visita, realizada na segunda-feira, os futuros operadores do Direito conheceram um pouco mais sobre o funcionamento do Tribunal, as instalações do Palácio da Justiça e a história do Poder Judiciário de Mato Grosso. Os alunos encerraram o tour guiado no Espaço Memória, onde participaram de uma conversa com a juíza auxiliar da Corregedoria, Christiane da Costa Marques Neves.
 
No bate-papo com os estudantes, a juíza contou sobre a sua trajetória nos mais de 20 anos a serviço da magistratura, orientou aos estudantes sobre o início das atividades jurídicas e destacou o quanto essa troca é preciosa. “Acho a iniciativa, que já existe há muitos anos, fabulosa. Ela traz os alunos para dentro do Poder Judiciário, para conhecer o trabalho dos juízes, dos desembargadores, assistir às sessões, conhecer as instalações, vir conversar com o magistrado, ter a oportunidade de fazer perguntas, acho tudo isso muito valioso.”
 
Para a magistrada, por mais que a experiência possa ser repetida, ela é única e nunca será igual. “Cada vez que eles vêm, eles têm a visão de um juiz ou desembargador falando, de uma sessão de julgamento, que nunca é como a outra. E sem dúvida alguma, ouvir um pouco da história dos juízes, o que passam, o que pensam a respeito das outras carreiras, também é bastante interessante. Espero que essa experiência impacte no futuro profissional deles.”
 
A professora de Processo Civil e Práticas Jurídicas da Invest, Ana Paula Marques Andrade , ressaltou o impacto da visita em cada estudante. “Muitos alunos nunca entraram em um prédio do Fórum ou mesmo aqui no Tribunal de Justiça. Então essa experiência faz uma grande diferença, eles saem daqui mais motivados e buscam estudar mais, dar o seu melhor. E é por isso que faço questão de trazer os alunos dos semestres iniciais. É importante que logo no começo da faculdade eles já tenham essa noção de como funciona a estrutura do Poder Judiciário, para que eles valorizem cada vez mais os estudos.”
 
O aluno do 3º semestre de Direito, Rodrigo Rogério, confidenciou o sentimento de emoção em poder participar da conversa com a magistrada e conhecer a memória do Poder Judiciário. “Ouvir uma história como essa, de mais de 20 anos de magistratura, empolga. É como se revitalizasse as nossas energias. A gente pode ver os juízes, as moedas, tudo isso é muito válido para o acadêmico. Hoje, particularmente, fui muito influenciado, então as convicções começaram a aparecer, a surgir. Até para mostrar que é possível, que poderemos materializar um dia.”
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: Foto colorida no Espaço Memória. Estátua de metal da Deusa Thémis, representante da justiça, desfocada, em primeiro plano. Alunos de Direito da Faculdade Invest ao fundo, em foco.
Segunda imagem: Foto colorida dos alunos de Direito da Invest posicionados entre o acervo de documentos presente no Espaço Memória. Eles estão prestando atenção em um bate-papo.
Terceira imagem: Foto colorida da juíza auxiliar da Corregedoria, Christiane da Costa Marques Neves. Ela está utilizando um vestido azul, durante conversa com os alunos, no Espaço Memória.
Quarta imagem: Foto colorida do aluno do 3º semestre de Direito da Invest Rodrigo Rogério, posando para câmera no Espaço Memória. Ele veste camisa social azul claro e terno azul escuro.
 
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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