MATO GROSSO
“Ações do Governo darão suporte às mulheres em todas as frentes para que elas se sintam seguras”, destaca secretária
MATO GROSSO
Grasielle explicou que os programas foram pensados pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, e criados pensando na mulher de forma global, e não apenas com recortes de situações que elas vivem. Dessa forma, os programas se conectam, dando segurança em todas as frentes necessárias.
“Trabalharemos em frentes para que as mulheres vítimas de violência doméstica possam se sentir seguras e sair da situação em que vivem: do cartão para aquisição de alimentos, do auxílio moradia, para que elas tenham onde morar, e capacitação, para que ela seja inserida no mercado de trabalho. Essa é a única situação em que os projetos podem se acumular”, contou a secretária interina, que no podcast conta de forma detalhada como funcionará o auxílio.
Emocionada, Grasielle revelou que esse é um programa que foi muito desejado e que ver ser implantado é gratificante. “Ver um governo conseguir sanar dívidas, colocar sua administração em dia e possibilitar a implantação de políticas públicas em defesa da mulher é muito importante. Imagina quantas vidas podem ser salvas com esses programas”, ponderou.
Inédito na história de Mato Grosso, o SER Família Mulher, projeto que foi elogiado no Senado Federal, está em fase de implantação e integrará a rede de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica, que conta com a atuação das forças de segurança pública, prefeituras, Estado, Judiciário e outras instituições.
No episódio, que já está no ar no YouTube (clique aqui) e no Spotify (clique aqui), Grasielle também falou sobre o projeto piloto Ser Família Criança, que começa a funcionar em Poconé e será expandido para outros municípios nos próximos anos, e sobre o programa de capacitação que atenderá a população de todos os municípios de MT, em parceria com o Sistema Fiemt.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Salas Acolher + Saúde fortalecem rede de proteção com atuação integrada em Cuiabá
Mulheres em situação de violência contam com atendimento integrado e mais próximo de casa por meio das Salas Acolher + Saúde, estratégia da Prefeitura de Cuiabá que ampliou de dois para quatro os espaços destinados ao acolhimento. As salas funcionam em Unidades de Saúde da Família (USFs) e integram as ações das secretarias municipais de Saúde e da Mulher.
Atualmente, as Salas Acolher + Saúde estão instaladas nas USFs Jockey Clube, Grande Terceiro, CPA 4 e Ribeirão da Ponte. Nesses espaços, as mulheres recebem atendimento multiprofissional, de acordo com as necessidades apresentadas. Entre os profissionais disponíveis estão psicólogos, enfermeiros, médicos, odontólogos, nutricionistas e assistentes sociais.
De acordo com a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, a integração entre as duas secretarias permite encaminhar as mulheres de acordo com as necessidades identificadas durante o atendimento. “As Salas Acolher + Saúde são uma estratégia da Prefeitura de Cuiabá para ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência. A Secretaria da Mulher trabalha integrada com a Secretaria de Saúde, de maneira que as mulheres que estejam em situação de violência tenham real atendimento dentro da Prefeitura de Cuiabá”, destacou.
O fluxo entre os serviços das duas secretarias funciona nos dois sentidos. Mulheres atendidas nas unidades de saúde podem ser encaminhadas aos serviços da Secretaria da Mulher, enquanto aquelas que chegam primeiro à rede de proteção também podem ser direcionadas para atendimento na área da saúde.
A secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Thaís Silva de Brito Sobrinho, destaca que a ampliação dos espaços permitiu descentralizar o atendimento e aproximá-lo dos bairros. “Anteriormente nós tínhamos duas Salas Acolher + Saúde. Hoje nós temos quatro, ou seja, nós duplicamos para que essas mulheres tenham mais acesso e, principalmente, dentro do território, garantindo que cada regional de saúde tenha pelo menos uma sala”, afirmou.
Cinara também enfatizou que as Salas Acolher + Saúde funcionam como porta aberta. “Isso significa que a mulher não precisa morar na região onde está localizada a unidade para buscar atendimento. Ela pode procurar qualquer um dos quatro espaços e será acolhida pela equipe”, completou.
Com foco na descentralização do atendimento, a Prefeitura de Cuiabá substituiu as antigas Salas da Mulher das UPAs pelas Salas Acolher + Saúde, ampliando o acesso e fortalecendo a rede de proteção às mulheres. Em casos de violência sexual ocorridos em até 72 horas, a orientação é procurar o Hospital Universitário Júlio Muller, onde funciona o Projeto Ipê.
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