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Acervo do Instituto Memória recebe primeiro carimbo usado na Corregedoria-Geral do TCE-MT

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Crédito: Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT
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O Instituto Memória (IME) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) acaba de receber mais uma peça que ajuda a contar a história da instituição. Trata-se do primeiro carimbo utilizado pela Corregedoria-Geral do TCE-MT, que desde 2010 vem garantindo o controle e aprimoramento das atividades de controle externo.  

O carimbo, que marcou os processos com a inscrição “VISTO. EM CORREIÇÃO.” foi usado nas primeiras correições realizadas pela unidade e simboliza o fim de uma era na qual a análise dos processos ainda era feita de forma manual, sem o suporte de sistemas digitais, o que exigia ainda mais dedicação e rigor da equipe. 

Sendo assim, a peça ajuda a compreender um período de transição do analógico para o virtual já que, quase em paralelo à criação da Corregedoria-Geral, também foi publicada a primeira norma que regulamentou o procedimento de digitalização de processos, por meio do provimento n° 01/2010.  

A incorporação do carimbo ao acervo reforça o compromisso do Tribunal com a preservação de sua história. Foi pensando nisso que, em 2024, o conselheiro-presidente Sérgio Ricardo, criou o IME, que tem a missão de localizar, restaurar e catalogar documentos e objetos que retratam a trajetória do TCE-MT desde sua criação, em 1953. 

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“Esta é mais uma peça que simboliza o reconhecimento do passado como ferramenta essencial para aprimorar o futuro. Este é o intuito do Instituto Memória, que permitirá que futuras gerações compreendam o papel do Tribunal na consolidação da governança pública e no desenvolvimento de Mato Grosso”, destacou Sérgio Ricardo. 

A fala foi reforçada pela secretária Esther de Mello Menezes, que coordena o IME. “O carimbo, que testemunha os primeiros passos da Corregedoria-Geral, agora integra a narrativa histórica de uma instituição que segue inovando para aprimorar a fiscalização e o controle externo no estado.” 

Entre os itens já abrigados pelo Instituto estão a ata da sessão de instalação do Tribunal, um vasto acervo fotográfico e diversas peças que ajudam a contar a história do órgão de controle. Vale destacar que o IME também é responsável pelo Memorial Rosário Congro, que reúne obras de arte, documentos e outros objetos históricos.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br

Fonte: TCE MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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