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Ação integrada da PM e PRF apreende carga irregular de pneus avaliada em mais de R$ 500 mil, caminhões e prende homens por contrabando

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Uma ação integrada de policiais militares do 4º Comando Regional e da Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de uma carga irregular de 309 pneus, avaliada em pouco mais de R$ 500 mil, nesta quinta-feira (13.2), no município de Alto Araguaia. Na ação, as equipes recolheram, ainda, dois caminhões, dois reboques, dois semi-reboques e prenderam em flagrante dois homens suspeitos por contrabando.

Conforme informações do boletim de ocorrência, as equipes do 15º Batalhão da PM e da 14º Companhia Independente de Força Tática, prestavam apoio à PRF durante as ações de fiscalização na divisa do Estado, momento em que realizaram abordagem em dois caminhões, no Posto Fiscal Henrique Peixoto, na BR-364.

As equipes identificaram que um dos suspeitos não apresentava nenhuma documentação da carga e o comparsa continha um documento que não condizia com a quantidade de pneus transportados.

Um dos suspeitos alegou que saiu da cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, com destino a cidade de Miritituba, no Pará. Já o outro alegou que carregou o veículo em Araçatuba, em São Paulo, com destino a sede de uma fazenda localizada em Sorriso.

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Os militares identificaram, ainda, que um dos suspeitos possui passagens criminais por estelionato e lavagem de dinheiro. Diante dos fatos, a carga, os veículos e os suspeitos foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Rondonópolis para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

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Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

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O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.



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