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200 agentes públicos participam do 2º workshop de Aperfeiçoamento das Ações de Fiscalização Ambiental

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) está realizando o 2º Workshop de Aperfeiçoamento das Ações de Fiscalização Ambiental para 200 servidores estaduais. Participam do evento agentes da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar, do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) e da Sema, tanto da sede como das Diretorias de Unidades Desconcentradas (DUDs).

O workshop tem o objetivo de aprimorar as atividades de fiscalização em Mato Grosso. Com palestras e mesas redondas abordando diferentes vertentes das ações fiscalizatórias, os agentes têm a oportunidade de receber informações, trocar experiências e esclarecer dúvidas sobre as práticas.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti conduziu a abertura oficial do evento e palestrou sobre responsabilização ambiental. A secretária destacou que o Governo de Mato Grosso é exemplo na repreensão dos ilícitos ambientais e que o objetivo do treinamento é melhorar cada vez mais os procedimentos para que esta atuação gere reflexo imediato nas esferas de responsabilização administrativa, criminal e civil.

“Nós somos um exemplo de integração, cooperação e atuação focada em resultado. Mato Grosso é um exemplo de atuação entre as forças de segurança e meio ambiente e tem um modelo diferenciado em relação a responsabilização e isso tem sido considerado como um protagonismo, um modelo a ser replicado em outras regiões do Brasil. O objetivo principal da nossa gestão é o aprimoramento e melhoramento continuo de nossas atividades buscando o melhor resultado para a sociedade e para nossa missão que é preservar o meio ambiente”.

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A qualificação está sendo oferecida pela Superintendência de Gestão de Desconcentração e Descentralização da Sema e está acontecendo no auditório Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás. Com dois dias de duração (01 e 02.04) em formato presencial, o evento tem como palestrantes representantes da Sema e da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

O Tenente coronel Fagner Nascimento, do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, destacou que o workshop é uma iniciativa importante e rica para os agentes ambientais de Cuiabá e de outros municípios do estado. “É importante que a gente saiba incorporar os argumentos certos, os amparos jurídicos legais pertinentes para a efetividade do nosso processo e para que seja otimizado o investimento dos recursos”.

Palestras

Entre palestras e treinamentos estão sendo abordados os seguintes temas: utilização do Sistema SIGA Autuação; fiscalização remota, aspectos da segurança do agente de fiscalização, autuações por uso irregular de recursos hídricos, responsabilização ambiental e administrativa. O evento encerra com a realização de mesa redonda sobre os desafios e experiências na fiscalização ambiental.

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O subprocurador-geral de Defesa do meio Ambiente, Davi Ferreira, que ministrou uma palestra de responsabilização administrativa destacou que o workshop enriquece ainda mais a atividade fiscalizatória. “Somos uma engrenagem de um modelo maior que precisa funcionar de forma orquestrada e adequada para que consigamos chegar ao final de um processo administrativo com parâmetros objetivos e seguros de forma que ele seja validado por todos os órgãos de controle”.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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