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Mel Maia usa rede social para falar de ansiedade: “internet é uma mentira!”
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Na noite da última segunda-feira (13), Mel Maia veio através dos stories de seu Instagram fazer um desabafo sobre ansiedade e falar sobre a rotina de ‘mentira’ que as pessoas compartilham nas redes sociais.
“Gente, eu só peguei meu telefone e coloquei pra gravar porque eu quero fazer um desabafo com vocês. É um assunto delicado, acho. Que a internet é uma grande mentira, todo mundo já sabe, né? Mas por que eu tô falando isso? Porque eu cheguei aqui em casa agora, tenho um monte de coisa pra fazer, tenho meus problemas pessoais, que não costumo falar aqui porque é muito pessoal e não gosto de expor essas coisas”, iniciou a atriz.
“Mas é muito louco como, tipo, posto story feliz na gravação, muito alegre no treino, mas eu chego aqui em casa e tenho ansiedade. Aí, sinto todas aquelas coisas que já conversei com vocês aqui alguma vez na vida: que eu começo a chorar e a me sentir mal ou sobrecarregada, me sinto culpada pelas coisas que preciso fazer e não faço. E se eu não tivesse postando isso, estaria todo mundo achando que eu tô superbem, superfeliz”, completou ela.
“Quando digo que internet é uma mentira, é por conta disso mesmo: a gente sempre posta os melhores momentos. E, quando a gente tá mal, a gente acaba não postando. E, claro, a gente não tem obrigação de postar quando tá mal. Mas as pessoas assistindo esses influenciadores, atores, enfim, que colocaram a cara na internet, acham que a vida da pessoa é um morango. E seu não tivesse postando isso agora, meus stories estariam só feliz, treinando. E, na verdade, a gente tem nossos sentimentos, sobrecarga, ansiedade. Enfim, o que cada um tem, casa um sente”, disse Mel, declarou.
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Fonte: TOP Famosos
CURIOSIDADES
Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.
O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.
Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.
Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.
A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.
Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.
A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.
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