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Zé Ricardo fala sobre sequência de jogos e mira clássico pelo Carioca

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Na tarde desta sexta-feira (25/02), o técnico Zé Ricardo concedeu uma entrevista no CT Moacyr Barbosa. O comandante vascaíno falou um pouco sobre a sequência de jogos decisivos, sendo dois clássicos pela Taça Guanabara diante de Fluminense e Flamengo, e um confronto pela Copa do Brasil com a equipe da Ferroviária (SP). Zé Ricardo avaliou que a ideia é medir forças com essas equipes e analisar o que é necessário mudar para evoluir no decorrer da temporada.

A ideia agora é medir forças para balizar nosso trabalho. Fluminense, Ferroviária, Flamengo… isso vai nos dar a medida do que temos e do que precisamos avançar. Flamengo, Fluminense e Botafogo estão em momentos diferentes, são jogos difíceis, cada um com seu enredo. Não vejo que temos que focar exatamente neles, mas nos nossos objetivos. Primeiro classificar no Carioca e no título da Taça Guanabara, classificar na Copa do Brasil e entrar forte na Serie B – analisou o treinador.

O Vasco encara o Fluminense neste sábado (26), às 17h, pela 9ª rodada da Taça Guanabara. Zé Ricardo revelou suas expectativas para o clássico, avaliou os principais pontos do adversário e espera que a equipe trabalhe ao máximo para fazer um bom jogo e conquistar um bom resultado.

Foto: Assessoria de Imprensa/Vasco

– Vamos entrar com aqueles que acreditamos estar melhor no momento. Acho que não merecemos perder para o Botafogo, tivemos uma performance para pelo menos empatar. O Fluminense vai ser um jogo complicado, montou um elenco forte, tem um treinador experiente. Trabalhar com o máximo de atenção, fazer uma boa estratégia para fazer um bom jogo e conquistar um bom resultado.

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Confira outros trechos da entrevista coletiva:

Quintero e Luiz Henrique

– Quintero e Luiz Henrique estão aptos para o jogo, o Vitinho a gente resolveu esperar um pouco mais porque contamos com ele lá na frente. Não temos pressa, porque ainda temos meninos e reforços para experimentar. Prudência pra todos terem condições na Série B.

Necessidade de reforços

– Entendemos que precisamos reforçar, estamos atento ao mercado, a ideia já era ter dois ou três atletas para o início do Brasileiro. Esse plano vai ser seguido – disse Zé Ricardo.

Quintero e sistema defensivo

– A vinda do Quintero cobre uma carência que a gente tinha pedido a direção, da espaço para a dupla de zaga da Copinha, que tem muito potencial. Não pensamos em trazer ninguém para posição nesse primeiro momento. Uma equipe com equilíbrio nos seus sistemas acaba ficando mais perto dos seus objetivos. Ataque bom ganha jogo e defesa forte ganha campeonato, acredito que isso faça a diferença. O Vasco ainda precisa melhorar muito o sistema defensivo como um todo, mas a vontade e caminhar nesse sentido é grande. Nos últimos quatro jogos, ao sofremos o gol da derrota para o Botafogo. Tivemos mais tempo essa semana, trabalhamos bastante, e amanhã temos um jogo de alto nível para colocar em prática.

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Copa do Brasil

Vimos nesses primeiros jogos da Copa do Brasil resultados que surpreendem. O Vasco está se preparando ao máximo, estamos assistindo aos jogos da Ferroviária pra chegarmos preparados na quarta-feira. Uma equipe que tem bom aporte financeiro dentro da sua realidade, o estádio faz o jogo andar bem. Vamos nos apresentar já no domingo de manhã para iniciar a preparação. Encarar como um jogo difícil, onde o Vasco tem que fazer valer a força da sua camisa. Um campeonato que oferece um aporte financeiro grande também.

fonte: https://vasco.com.br/ze-ricardo-fala-sobre-sequencia-de-jogos-e-mira-classico-pelo-carioca/

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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