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Vasco vence o Novorizontino em São Januário pelo Campeonato Brasileiro

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O Vasco venceu o Novorizontino por 3 a 0 na noite deste sábado (08.10), em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro, e chegou aos 55 pontos na tabela de classificação, se mantendo entre os quatro primeiros colocados. Os gols foram marcados por Figueiredo, Marlon Gomes e Léo Matos.

O JOGO

A primeira chance foi aos 3 minutos. Edimar limpou bem na defesa e lançou em profundidade para Eguinaldo, que invadiu a área e foi desarmado na hora de armar o chute. Aos 21, Nenê cobrou escanteio fechado e Danilo Boza desviou, mandando muito perto do gol. Aos 25, Andrey recebeu na área, dominou e deu para Eguinaldo bater de primeira e acertar a trave.

Aos 31, a defesa adversária afastou mal e Figueiredo chegou batendo, mas mandou por cima. A pressão deu resultado aos 45. Figueiredo recebeu inversão de Léo Matos, ajeitou e chapou com muita categoria na gaveta: VASCO 1 a 0.

A segunda etapa começou como acabou a primeira: com gol do Vasco. Nenê cruzou da esquerda, a defesa não conseguiu afastar e Marlon Gomes dominou e bateu cruzado para ampliar: VASCO 2 a 0. Aos 8, Andrey tentou o lançamento, a zaga afastou mal e Nenê tentou encobrir o goleiro, mas faltou direção.

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Com a vantagem no placar, o Vasco administrou a partida e o controlava o jogo. Aos 35, Sarrafiore tentou o passe em profundidade para Eguinaldo, mas a defesa adversária cortou. Aos 39, Gabriel Pec tentou a batida colocada, mas parou em boa defesa do goleiro. E cabia mais. Aos 42, Léo Matos subiu mais que a defesa adversária e desviou de cabeça para o gol: VASCO 3 a 0.

O próximo compromisso do Gigante da Colina será no próximo domingo (16), diante do Sport, na Ilha do Retiro, às 16h.

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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