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Tricolor visita o Água Santa em Diadema
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Após garantir a vaga para a segunda fase da Copa do Brasil de 2022 – ao eliminar o Campinense na Paraíba -, o Tricolor retomará a disputa do Campeonato Paulista.
Nesta segunda-feira (28), às 15h, na Arena Inamar, o São Paulo visitará o Água Santa em duelo válido pela nona rodada do estadual.
Com 11 pontos em sete jogos, o time são-paulino está no segundo lugar do Grupo B, atrás do São Bernardo. Já a equipe de Diadema ocupa a terceira colocação da chave A, com oito pontos em oito partidas.
O confronto em Diadema, no Estádio Municipal Jose Batista Pereira Fernandes, abrirá uma sequência importante do Tricolor no torneio: após o jogo desta tarde, o São Paulo terá os clássicos contra Corinthians e Palmeiras pela frente.
O Majestoso está agendado para o dia 5 de março (sábado), às 16h, no Morumbi, enquanto o Choque-Rei será disputado no dia 10, às 20h30, também no Estádio Cícero Pompeu de Toledo.
ÁGUA SANTA x SÃO PAULO
Local: Municipal Jose Batista Pereira Fernandes, em Diadema (SP)
Data: 28/02/2022 (segunda-feira)
Horário: 15h
Transmissão: Paulistão Play, Youtube e Premiere
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Evandro de Melo Lima
Quarto árbitro: Ricardo Bittencourt da Silva
VAR: Marcio Henrique de Gois
AVAR1: Fabricio Porfirio de Moura
Observador VAR: Emerson Augusto de Carvalho
Analista de Vídeo: Douglas Perrone Katayama
fonte: http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/campeonato-paulista/2022/2/28/tricolor-visita-o-agua-santa-em-diadema
ESPORTES
Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.
Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.
Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.
“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.
Lula questiona dependência de patrocínios
Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.
Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.
“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.
Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.
“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.
Modelo empresarial como alternativa
Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.
Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.
“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.
A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.
A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.
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