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Red Bull Bragantino empata com o Botafogo e lidera o Grupo C do Campeonato Paulista

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O Red Bull Bragantino somou mais um ponto no Campeonato Paulista. Na tarde deste sábado (27), no Nabizão, o Massa Bruta empatou com o Botafogo em 1 a 1. Léo Ortiz abriu o placar para o time de Bragança Paulista. Alex Sandro converteu para os visitantes.

Com este resultado, o Braga chegou aos quatro pontos na liderança provisória do Grupo C.

Os comandados do técnico Pedro Caixinha voltam a campo na quarta-feira (31) para receberem o Palmeiras. A partida será realizada no Nabizão, às 19h30, e os ingressos já estão à venda.

O jogo

Os primeiros 20 minutos de partida foram de muita briga pela bola. A primeira finalização Bragantina surgiu aos 24 minutos. Helinho tabelou com Sasha e até chegou a balançar a rede na saída do goleiro João Carlos, porém a jogada foi anulada por impedimento.

Quatro minutos depois, Juninho Capixaba arriscou uma bicicleta na área, porém a finalização saiu fraca e João Carlos encaixou. O Botafogo respondeu com Toró no minuto seguinte, mas Cleiton defendeu o chute de fora da área.

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O Braga teve uma grande chance aos 29 minutos. Após bola atravessada na área, Juninho Capixaba encheu o pé e viu a bola bater no travessão e pingar em frente a linha do gol. Sasha finalizou o rebote de cabeça, mas a zaga rival conseguiu salvar os visitantes.

A equipe bragantina foi se soltando na partida e o primeiro gol surgiu aos 45 minutos. Após cobrança de escanteio de Helinho, Léo Ortiz subiu na pequena área com liberdade para cabecear e colocar o Massa Bruta em vantagem.

O Botafogo voltou para o segundo tempo assustando o Braga. Logo aos 7 minutos, Toró finalizou cara a cara com Cleiton, porém o goleiro bragantino se esticou para defender o chute perigoso.

Aos 14 minutos, foi a vez de João Carlos salvar o Botafogo. Sasha recebeu lançamento de Jadsom, avançou até a grande área e soltou uma bomba de esquerda, mas o goleiro botafoguense evitou o segundo gol.

O ritmo da partida caiu no decorrer da etapa final e o Botafogo conseguiu o empate aos 42 minutos com Alex Sandro.

Red Bull Bragantino 1 x 1 Botafogo
Local: Nabizão;
Público: 3239;
Renda: R$ 90.695,00;
Árbitro: Thiago Luis Scarascati;
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa;
Amarelos: Lucas Dias, Wallison e Leandro Maciel (BOT); Nathan Mendes (Red Bull Bragantino);
Gols: Léo Ortiz, aos 45min do 1ºT (Red Bull Bragantino); Alex Sandro, aos 42min do 2ºT (BOT).

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Red Bull Bragantino: Cleiton; Léo Ortiz, Léo Realpe e Luan Cândido; Nathan Mendes, Matheus Fernandes (Lucas Evangelista), Jadsom e Juninho Capixaba (Guilherme); Helinho (Nacho Laquintana), Sasha (Thiago Borbas) e Henry Mosquera (Bruninho). Técnico: Pedro Caixinha.

Botafogo: João Carlos; Lucas Dias (Douglas Baggio), Bernardo Schappo e Fábio Sanches; Wallison, Jean, Matheus Barbosa (Carlos Manuel), Leandro Maciel e Tiago Alves (Alex Sandro); Toró (Patrick Brey) e Emerson Ramon (Lucas Cardoso. Técnico: Paulo Gomes.

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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