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Palmeiras realiza último treino antes do duelo com o Sampaio Corrêa, pela 2ª fase da Copinha

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O Palmeiras encerrou a preparação para a partida contra o Sampaio Corrêa, pela segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior, que acontece nesta quinta-feira (12), às 17h15 (de Brasília), no Estádio Anísio Haddad, em São José do Rio Preto. O treino desta tarde de quarta-feira foi realizado no CT do Mirassol.

A atividade comandada pela comissão técnica de Paulo Victor Gomes iniciou com um trabalho de bola parada, alternando entre faltas laterais e escanteios. Na sequência, os jogadores participaram de uma dinâmica de fase ofensiva, com ênfase na conexão entre defesa e ataque. Por fim, o grupo foi dividido em times de cinco atletas para um coletivo em campo reduzido.

O zagueiro Talisca atuou nas três partidas do Verdão na Copinha, sendo titular nas duas primeiras. Além de comentar o desempenho do time até o momento e projetar o duelo pela segunda fase, o defensor falou sobre sua polivalência, já que entrou na etapa final do jogo contra o Rio Preto-SP como lateral direito.

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“Iniciamos a competição muito bem, mas sabemos que o nível irá só aumentar daqui para frente. Temos que correr mais, entrar ainda mais focados em campo. Estudamos o adversário e sabemos como temos que nos comportar em campo para conseguir a classificação”, disse o atleta.

“Aprendemos no Palmeiras que um jogador de alto nível precisa saber realizar várias funções, podendo se adaptar de acordo com o que o jogo pede. Apesar de ser zagueiro de origem, me sinto confortável na lateral e já estou acostumado a ser esse terceiro homem da defesa”, finalizou Talisca.

Talisca durante treino desta quarta (Foto: Fabio Menotti/Palmeiras/by Canon)

O confronto decisivo desta quinta terá transmissão do SporTV. O Palmeiras vai em busca do bicampeonato da Copinha, após conquistar o título de forma inédita e invicta em 2022. O time alviverde culminou a campanha vitoriosa na última edição com uma goleada por 4 a 0 sobre o Santos na final, realizada no Allianz Parque – Endrick, Giovani e Gabriel Silva (duas vezes) balançaram as redes.

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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