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Na Arena Castelão, Tricolor empata com o Fortaleza

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Com gol de Luciano, no segundo tempo, o Tricolor empatou com o Fortaleza em 1 a 1 na noite deste domingo (8), na Arena Castelão, em duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro de 2022.

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Com o resultado, o São Paulo detém agora oito pontos e ocupa a quinta colocação. Após a partida no Ceará, a equipe enfrentará o Juventude pela Copa do Brasil na próxima quinta-feira (12), às 19h30, na Arena Barueri, pela volta da terceira fase. Na ida, em Caxias do Sul, o jogo ficou empatado em 2 a 2.

Para o confronto na capital cearense, o time não contou com Volpi, Miranda, Gabriel Sara e Nikão (lesionados). Então, com André Anderson entre os titulares pela primeira vez, Rogério Ceni escalou a equipe com Jandrei; Rafinha, Arboleda, Diego Costa e Welington; Andrés Colorado, Nestor e Igor Gomes; Alisson, André Anderson e Calleri.

No primeiro tempo, os donos da casa rondaram mais vezes a grande área são-paulina. No entanto, o Tricolor conseguiu se defender para evitar o gol. Ainda antes do intervalo, aos 30 minutos, Andrés Colorado sentiu dores musculares e foi substituído pelo jovem Pablo Maia.

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Na volta para a etapa complementar, o treinador promoveu duas alterações: Patrick e Luciano entraram nos lugares de Nestor e André Anderson. E foi com Luciano, aos 11 minutos, que o São Paulo balançou as redes: o camisa 11 aproveitou assistência de Igor Gomes e marcou! 1 a 0.

Aos 23, no entanto, os anfitriões empataram com Yago Pikachu. As equipes ainda buscaram a vitória nos instantes finais, porém, o placar não foi alterado novamente na Arena Castelão: 1 a 1.

FORTALEZA 1 x 1 SÃO PAULO

Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 08/05/2022 (domingo)
Horário: 19h
Transmissão: Premiere
Público: 25.518
Renda: R$ 364.700,00

SPFC: Jandrei; Rafinha, Arboleda, Diego Costa e Welington (Reinaldo, 29/2); Andrés (Pablo Maia, 31/1), A. Anderson (Luciano, intervalo), Igor Gomes, Rodrigo Nestor (Patrick, intervalo) e Alisson; Calleri (Eder, 37/2). Técnico: Rogério Ceni

Gol: Luciano, 11/2

FEC: Max Walef; Ceballos (Lucas Crispim, 35/2), Marcelo Benevenuto e Titi; Yago Pikachu, Felipe, José Welison (Hércules, 13/2), Lucas Lima (Robson, 24/2) e Juninho Capixaba; Moisés (Depietri, 24/2) e Silvio Romero (Renato Kayser, 13/2). Técnico: Juan Voivoda

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Gol: Yago Pikachu, 23/2

Cartões amarelos: Marcelo Benevenuto, 15/1; Diego Costa, 16/1; Igor Gomes, 46/1; Luciano, 38/2; Yago Pikachu, 42/2

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC) e Éder Alexandre (SC)
Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho (CE)
Analista de Campo: Francisco de Assis Almeida Filho (CE)
Árbitro de Vídeo: Rodrigo Nunes de Sa (RJ)
AVAR: Carlos Henrique Cardoso de Souza (RJ)
Observador de VAR: Cláudio José de Oliveira Soares (RJ)

fonte: http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/campeonato-brasileiro/2022/5/8/na-arena-castelao,-tricolor-empata-com-o-fortaleza

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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