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Internacional vence o CSA de virada no Beira-Rio pela Copa do Brasil

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Na noite desta terça-feira (11.04), o Internacional entrou em campo pela partida de ida da Terceira Fase da Copa do Brasil. Os comandados de Mano Menezes fizeram um duelo contra a equipe do CSA, de Alagoas, dentro do Estádio do Beira-Rio e saíram com a vitória.

O confronto já estava quentíssimo antes mesmo do apito inicial. Quando o locutor do estádio anunciou a escalação no telão, o nome do treinador foi citado. Nesse ínterim, Mano Menezes foi muito vaiado pelos torcedores colorados.

Nas últimas cinco partidas, o Internacional saiu com a vitória em apenas uma oportunidade, no triunfo por 4 a 1 em cima do Esportivo, pela última rodada da Primeira Fase do Campeonato Gaúcho. Tirando esse jogo, o Colorado empatou três e perdeu um.

Porém essa sequência ruim terminou. Com excelente atuação de Alan Patrick, o Inter venceu o CSA e leva pequena vantagem para Alagoas. O camisa 10 do Colorado marcou duas vezes e o Clube do Povo venceu por 2 a 1. O jogo ainda teve pênalti perdido por Pedro Henrique, vaias para Keiller e artilheiro da noite lesionado.

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Os torcedores do Inter devem estar preocupados, já que o garçom colorado saiu com dores na perna direita. Alan saiu de maca por volta dos 18 minutos do segundo tempo. Alemão entrou no lugar dele. O jogo de volta está previsto para acontecer no dia 27 de abril, uma quinta-feira.

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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