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Grêmio goleia São Luiz e dispara na liderança do Gauchão

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O Grêmio segue imparável no Campeonato Gaúcho. Na tarde deste sábado (01.02), o Tricolor aplicou uma sonora goleada de 4 a 0 no São Luiz de Ijuí, na Arena do Grêmio, pela quarta rodada da competição. Com o resultado, o Imortal chegou aos 10 pontos e disparou na liderança do Grupo A, abrindo oito pontos de vantagem para o segundo colocado.

A equipe comandada por Renato Portaluppi dominou a partida do início ao fim e construiu a vitória com gols de Cristaldo (duas vezes), Arezo e Monsalve. O Grêmio mantém assim os 100% de aproveitamento na temporada, com quatro jogos e quatro vitórias, somando agora 11 gols marcados.

Cristaldo brilha no primeiro tempo

O primeiro tempo foi um show de Cristaldo. O meia argentino abriu o placar aos 23 minutos, após receber passe de Braithwaite na entrada da área e finalizar com categoria. Aos 37, ele ampliou a vantagem aproveitando assistência de Pavón e batendo firme com a perna esquerda.

O São Luiz pouco conseguiu criar e viu o Grêmio aumentar a vantagem ainda no primeiro tempo. Aos 43, Cristaldo acertou o travessão e, no rebote, Arezo cabeceou para o gol vazio, marcando o terceiro do Tricolor.

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Segundo tempo tranquilo e mais um gol

Na segunda etapa, o Grêmio administrou a vantagem e ainda ampliou o placar. Aos 35 minutos, Monsalve aproveitou um rebote do goleiro adversário e fez o quarto gol da partida.

Aos 44 da etapa complementar, Edenilson roubou a bola no meio de campo e passou para Braithwaite que, em uma bela arrancada, finalizou forte a gol e fechou o placar. fechando a goleada.

Próximos desafios

O Grêmio volta a campo na próxima quarta-feira, às 22h (de Brasília), para enfrentar o Juventude, no Alfredo Jaconi, em mais um clássico Gre-Ju pelo Gauchão. Já o São Luiz recebe o EC Pelotas, também na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Estádio 19 de Outubro, em Ijuí.

FICHA TÉCNICA

Grêmio 4 x 0 São Luiz

Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)

Data: 01/02/2025

Horário: 16h30 (de Brasília) – Horário fictício, baseado na data e dia da semana fornecidos.

Catão Amarelo: Viery, Villasanti, Rodrigo Ely e Pavó

Gols: Cristaldo aos 23′ e 37′ do 1º tempo, Arezo aos 43′ do 1º tempo e Monsalve aos 35′ do 2º tempo (Grêmio)

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GRÊMIO: Gabriel Grando; João Pedro, Rodrigo Ely, Jemerson (Gustavo Martins) e Viery; Dodi (Cuéllar), Villasanti e Cristaldo (Monsalve); Pavón (Edenílson), Braithwaite e Aravena (Gabriel Mec). Técnico: Gustavo Quinteros.

SÃO LUIZ: Paulo Gianezini; Muriel, Ricardo Thalheimer, Bruno Jesus e Márcio Duarte (Henrique Ávila); Cleison Tetê, Anderson Recife (Garré), Adailson e Luiz Henrique (Diego Gabriel); Maikon Aquino (Gabriel Pereira) e Marlon Martins (Da Silva). Técnico: Alessandro Telles.



Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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