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Grêmio goleia Novo Hamburgo e garante primeira colocação do Gauchão

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Em uma noite avassaladora, o Grêmio goleou o Novo Hamburgo pelo placar de 6 a 1. Cinco gols foram marcados na primeira etapa: Vina, Kannemann, Cristaldo, Bitello e Bruno Alves balançaram as redes. No segundo tempo Suárez deixou sua marca, após os adversários descontarem o placar.

Com o resultado conquistado, o Tricolor garantiu a primeira colocação do Gauchão 2023 e decidirá os jogos na Arena.

Logo na primeira finalização da partida, aos dois minutos, o Grêmio abriu o marcador. Depois de trabalhar a bola nos primeiros minutos, Bitello encontrou João Pedro, que cruzou para Vina. O camisa 11 pegou de primeira e estufou as redes.

Sem se acomodar, o Tricolor seguiu em cima, pressionando a defesa do Novo Hamburgo. Não deu outra. A segunda finalização também se transformou em gol. Com seis minutos jogados, após nova alçada na área de João Pedro, Bruno Alves cabeceou. Em um primeiro momento o goleiro defendeu, mas, no rebote, Kannemann estava lá para deixar sua marca e ampliar o marcador.

A pressão seguiu. Um minuto depois, foi a vez de Cristaldo balançar as redes. Após passe de Bitello, o meia avançou para dentro da área e chutou forte, sem chances para Maticoli. Sete minutos e três gols anotados.

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A equipe gremista, quando chegava ao ataque, era com muito perigo e não dava chances para o adversário. Aos 19’, Bitello marcou um golaço e ampliou o placar. Com uma bela troca de passes, a bola sobrou para Cristaldo, que acionou o camisa 39, que não perdoou e assinou o quarto gol tricolor.

O Grêmio permaneceu em cima do Novo Hamburgo. A intensidade refletiu em mais um. Dessa vez, Bruno Alves, com 27’ jogados, mandou a bola para o fundo do gol. Após cobrança de escanteio, Suárez finalizou e, no desvio o zagueiro tricolor acertou as redes.

Os adversários apenas se defendiam. Aos 31’, o Tricolor colocou uma finalização na trave. No lance, após tabela com Suárez, Cristaldo chutou forte e carimbou a trave.

Os minutos finais da primeira etapa seguiram com as mesmas características: Grêmio com a posse e impondo pressão na defesa adversária. Aos 44’, no último lance, Pepê quase marcou um golaço, mas o chute foi defendido pelo goleiro.

O segundo tempo iniciou com trocas. No intervalo, Renato Portaluppi colocou Thaciano na vaga de João Pedro. A primeira finalização perigosa do Tricolor veio aos nove minutos. Após cobrança de escanteio, a bola sobrou para Carballo, que soltou uma bomba. A bola ia em direção ao gol, mas o arqueiro adversário conseguiu tirar.

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Do outra lado, o goleiro Adriel não era acionado e não precisava trabalhar.

O ponteiro passava dos 13’, quando Carballo foi derrubado na área. Logo depois, em um lance com Suárez, o uruguaio também pediu pênalti, mas a arbitragem nada marcou.

A trave seguiu atrapalhando o Tricolor na etapa final. Dessa vez, aos 21’, Vina carimbou o travessão, após chute forte.

Aos 27’, o comandante Renato promoveu mais duas trocas na equipe: Pepê e Vina saíram para as entradas de Diego Souza e Gustavinho.

Na primeira chegada com perigo, aos 35’, o Novo Hamburgo conseguiu furar a meta do Grêmio. Meneses chutou cruzado, Adriel conseguiu defender parcialmente, mas no rebote, Matheus Lgoa marcou.

Logo depois, Renato Portaluppi realizou as últimas modificações. Villasanti e Lucas Silva entraram nas vagas de Bitello e Carballo.

A partida ia se encaminhando para o fim, mas ainda faltava o gol do camisa 9 tricolor. Aos 38’, ele saiu. Luis Suárez recebeu cruzamento de Cristaldo. O centroavante chutou de primeira e marcou.

Final de jogo: Grêmio 6×1 Novo Hamburgo.

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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