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Grêmio goleia no Gauchão e dorme na liderança da competição

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A tarde deste sábado foi de vitória do Grêmio no Gauchão. O Tricolor enfrentou a equipe do Santa Cruz, na Arena, em jogo válido pela 9ª rodada do Campeonato Gaúcho. O resultado foi positivo e a equipe gremista venceu pelo placar de 6 a 2.

O time do técnico Renato Portaluppi iniciou superior a partida, assinalando dois gols antes dos 20 primeiros minutos, marcados por Gustavo Nunes e F. Cristaldo. Mas com o passar do tempo, o Galo se recuperou e igualou a contagem.

No segundo tempo, o Grêmio voltou a reagir e alcançou a vitória. Um dos estreantes da tarde, C. Pavón, assinalou o terceiro gol, o lateral João Pedro, o quarto, JP Galvão o quinto e André Henrique fechou a contagem, decretando a vitória.

Com o resultado, o Tricolor dorme na liderança da competição, dependendo de resultados paralelos para seguir na posição, com 20 pontos somados.

O jogo: 

Conseguindo criar oportunidades e construir boas jogadas, o Grêmio logo ameaçou no campo de ataque. Aos 4 minutos, chegou com um chute de longa distância de Everton Galdino, que obrigou Marcelo Pitol a operar boa defesa. Outra chance saiu de uma tabela entre JP Galvão e Gustavo Nunes, que acabou recebendo o último passe e finalizando, mas foi bloqueado pela defesa adversária.

Mas aos 13 minutos, o Tricolor conseguiu efetividade e abriu a contagem. Após um cruzamento da direita, a bola chegou a JP Galvão, que finalizou, carimbando a defesa. No rebote, Gustavo Nunes bateu de primeira e mandou para o fundo das redes, assinalando o seu primeiro gol pelo profissional e o primeiro do time na partida.

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O segundo gol nasceu três minutos depois, após a bola ser alçada na área pela direita, por Gustavo Nunes. F. Cristaldo tirou do goleiro e mandou para o fundo da meta, ampliando o marcador.

Com espaço para trabalhar, o Santa Cruz conseguiu descontar com David, da esquerda, passados 24’. Livre, o lateral avançou e arriscou de longa distância, marcando para os visitantes.

O Grêmio seguiu buscando controlar o jogo e impor o seu ritmo. Chegou algumas vezes seguidas, com um cruzamento de Gustavo Nunes para Galdino, que conseguiu dominar e finalizar, mas parou na defesa de Pitol. João Pedro também teve uma oportunidade, finalizando de dentro da área, mas a zaga conseguiu o corte.

Com 33’ jogados, Franco Cristaldo recebeu na área e tentou novamente desviar a gol, mas a bola passou à direita da meta e, por detalhe, não entrou. Três minutos depois, foi a vez de Gustavo Nunes invadir a área velocidade, mas no lance, dividiu com o marcador, mas nada foi assinalado pela arbitragem.

Na reta final, o time de Santa Cruz do Sul chegou por vezes até conseguir igualar o marcador. O relógio já estava nos acréscimos quando Jean Lucca invadiu a área, tirou de Marchesín e mandou para o gol, deixando tudo igual na Arena.

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, o Grêmio trabalhou bem e quase chegou ao terceiro gol com Reinado, que chutou cruzado, mas a bola saiu à esquerda do gol. Já aos 3’, Pavón recebeu, partiu para o ataque e chutou – por detalhe a bola não entrou no gol.

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Com 8’ jogados, a bola foi cruzada na área e Pavón subiu, desviando de cabeça, o que obrigou grande defesa do goleiro Marcelo Pitol, que impediu o terceiro gol gremista. Du Queiroz também tentou assinalar, arriscando de fora da área, mas a bola subiu demais.

Foi aos 21 minutos que o estreante C. Pavón colocou o Tricolor na frente novamente. Depois da bola ser colocada na área, André Henrique rolou para trás, para o argentino chutar firme em direção ao gol, mandando para o fundo das redes.

Quando o relógio marcava quase 30 minutos, o lateral João Pedro arrematou da meia-direita, assinalando o quarto gol do Tricolor. E não demorou para sair o quinto: C. Pavón fez um cruzamento rasteiro da direita para o meio e JP Galvão mandou de primeira, marcando o quinto gremista.

Na reta final, o Tricolor ainda marcou o sexto com André Henrique. Pavón cruzou da esquerda e o atacante gremista desviou de cabeça para o fundo das redes, fechando a contagem.

Final de jogo: Grêmio 6 a 2 Santa Cruz.

Com o resultado, o Tricolor dorme na liderança da competição, dependendo de resultados paralelos para seguir na posição, com 20 pontos somados.

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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