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Galo é superado pelo Inter

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O Atlético foi superado por 3 a 0 pelo Internacional, na tarde deste domingo, 31. A partida, válida pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, foi disputada no Beira-Rio, em Porto Alegre. Com o resultado, o Alvinegro permanece com 32 pontos e ocupa o sétimo lugar na tabela de classificação.

O Galo volta a campo na próxima quarta-feira, quando enfrentará o Palmeiras, às 21h30, no Mineirão. A partida será válida pela ida das quartas de final da Copa Libertadores da América.

O Atlético tentou atacar logo após o pontapé inicial. Ademir avançou pela direita e sofreu dura falta de Mercado.

Aos seis minutos, Alemão escorou de cabeça para Maurício. O atacante avançou pelo meio e arriscou da intermediária para inaugurar o marcador.

Três minutos depois, Keno, em velocidade, puxou para o meio e finalizou forte, mas a bola passou por cima do gol.

Na marca de 22 minutos, o Inter avançou pela direita, com Edenilson, que cruzou rasteiro para Wanderson bater de primeira e aumentar o placar.

Em mais um contra-ataque em velocidade, Maurício recebeu a bola na entrada da área. O atacante ajeitou para o meio e bateu colocado para ampliar a vantagem do time Colorado.

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Veja o álbum do jogo:

Fotos: Pedro Souza

A equipe do técnico Cuca voltou melhor para a segunda etapa. A primeira boa oportunidade surgiu aos cinco minutos. Após cruzamento da direita, Jair apareceu para finalizar, mas o arqueiro Daniel fez boa defesa.

Aos 14 minutos, em nova tentativa, Keno lançou Jair na direita. O volante cruzou na área e Vargas subiu bem, mas cabeceou por cima da meta.

Em nova oportunidade, Arana soltou a bomba de fora da área. A bola desviou em Vitão antes de tocar no travessão e ir para fora.

Ficha técnica: https://atletico.com.br/partida/internacional-x-atletico/

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Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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