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Fluminense vence o Madureira e reassume a liderança do Carioca

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O Fluminense venceu o Madureira por 1 a 0 neste sábado (17/02), pela nona rodada do Campeonato Carioca. No Maracanã, o Tricolor criou as melhores oportunidades e chegou ao gol da vitória com Lelê, artilheiro da equipe na competição. Com o resultado, a equipe chegou aos 21 pontos e assumiu a liderança.

O Tricolor volta a campo na próxima quinta-feira (22/02) para o primeiro jogo da decisão da Recopa Sul-americana. O confronto diante da LDU será realizado no Estádio Casa Blanca, em Quito, no Equador, às 21h30 (horário de Brasília, 19h30 no horário local).

PRIMEIRO TEMPO

A primeira chance do Fluminense no jogo apareceu aos 9 minutos. Em cobrança de escanteio, Terans tentou o gol olímpico em batida fechada e o goleiro ficou com a bola. Aos 11, a bola sobrou pelo lado esquerdo e Lima bateu cruzado para boa defesa do goleiro. Na sequência, Douglas Costa cruzou na área, a bola desviou no adversário e assustou a defesa, que mandou para escanteio. Aos 19, Douglas Costa bateu forte da entrada da área e o goleiro espalmou mais uma vez.

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Aos 35 minutos, John Kennedy carregou a bola e acabou interceptado, mas a posse sobrou para Lelê, que girou e tentou tirar do goleiro, que conseguiu salvar. Já nos acréscimos, Lima arriscou de longe e a bola passou rente à trave.

SEGUNDO TEMPO

Aos 7 minutos, Arias lançou John Kennedy na área, mas, em disputa com o goleiro, o atacante não conseguiu a finalização. Aos 11, Lelê recebeu de Alexsander, bateu e a bola saiu pela linha de fundo. Já aos 15, a bola parou no fundo da rede. Pela esquerda, Diogo Barbosa recebeu de Arias e cruzou. Bem posicionado, Lelê estufou a rede e marcou o gol da vitória no Maracanã.

Aos 24 minutos, Douglas Costa cruzou para Arias cabecear por cima do gol. Até o apito final, o Tricolor controlou a partida e não levou grandes sustos.

FICHA TÉCNICA

Madureira 0 X 1 Fluminense

Campeonato Carioca – 9ª rodada

17/02/2024, 16h – Maracanã

Madureira: Mota; Dadinha, Reydson, Arthur e Evandro; Wagninho, Arthur Santos (Juninho) e Pablo Pardal (Fábio Mattos); Patryck Ferreira (Hugo Borges), Robert (Gustavo Coutinho) e Arthur Martins (Vinicius Bala). Técnico: Daniel Neri

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Fluminense: Felipe Alves; Felipe Andrade (André), Antônio Carlos, Diogo Barbosa e Gabriel Pires (John Arias); Alexsander, Lima e David Terans (P.H. Ganso); Douglas Costa (Marquinhos), Lelê e Jhon Kennedy (Isaac). Técnico: Eduardo Barros

Gols: Lelê (15´ 2T) (FLU)

Cartões amarelos: Jhon Kennedy (FLU)

Arbitragem: Yuri Elino Ferreira da Cruz, auxiliado por Gustavo Mota Correia e Júlio César Souza Gaudêncio

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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