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Fluminense vence o Internacional e volta ao G-4 do Campeonato Brasileiro

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O Fluminense venceu o Internacional por 2 a 0 no Maracanã, em partida válida pela décima quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado deste domingo (09.07), o Tricolor chegou a 24 pontos e retornou ao G-4 da competição.

Diante de 34 mil tricolores, a equipe dominou as ações do jogo e fez uma partida consistente. Os gols da vitória foram marcados por Germán Cano e Martinelli, ambos na primeira etapa.

Sob comando do técnico Fernando Diniz, a equipe volta a campo no domingo (16/07) para o clássico contra o Flamengo. A partida, válida pela décima quinta rodada do Campeonato Brasileiro, ocorre às 16h, no Maracanã.

PRIMEIRO TEMPO

O Fluminense criou a primeira grande chance do jogo logo aos 5 minutos. Keno recebeu pela direita, driblou o marcador ao invadir a área e bateu cruzado para boa defesa do goleiro. Aos 16, após longa troca de passes pela esquerda em busca de espaço, Keno conseguiu cruzamento perigoso para a área e Lelê, por pouco, não alcançou. Aos 25, Germán Cano fez o L ao abrir o placar no Maracanã. Em sobra de bola, após chute de Samuel Xavier, o argentino, dentro da pequena área, bateu firme e estufou a rede.

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Aos 31 minutos, Keno arrancou até a entrada da área e teve a finalização bloqueada. Na sequência, o atacante conseguiu novo chute, mas parou no goleiro. Aos 38, Marcelo roubou a bola no campo de ataque, tabelou com Lelê e bateu buscando o ângulo, exigindo grande defesa do goleiro, que mandou para escanteio. O próprio lateral cobrou e Martinelli, de cabeça, ampliou o placar aos 40.

SEGUNDO TEMPO

Com a posse de bola, o Fluminense iniciou a segunda etapa controlando o ritmo de jogo. Após algumas subidas ao ataque, Lelê levantou a torcida aos 25 minutos, quando invadiu a área e bateu forte para defesa do goleiro. Aos 39, Cano arriscou de longe, a bola desviou na defesa adversária e ficou com o goleiro. O Tricolor administrou o resultado e garantiu os três pontos em casa.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 2 X 0 INTERNACIONAL

Campeonato Brasileiro – 14ª rodada

09/07/2023, 16h – Maracanã

Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo (David Braz) e Marcelo; André, Martinelli e Lima; Lelê (John Kennedy), Keno e Germán Cano. Técnico: Fernando Diniz

Internacional: John; Bustos, Vitão, Mercado e Renê; Rômulo, Campanharo (Matheus Dias), De Pena e Wanderson (Jean Dias); Enner Valencia (Charles Aránguiz) e Luiz Adriano (Lucca). Técnico: Mano Menezes

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Gols: Germán Cano (25′ 1T), Martinelli (40′ 1T) (FLU)

Cartões amarelos: Germán Cano e Keno (FLU); Carlos de Pena, Campanharo e Mercado (INT)

Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira, auxiliado por Guilherme Dias Camilo e Rafael Trombeta

Fonte: Esportes

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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