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Flamengo é derrotado pelo Bragantino por 1 a 0, no Nabi Abi Chedid

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Pela 10ª rodada do Brasileirão, o Flamengo perdeu para o Bragantino por 1 a 0 na noite desta quarta-feira (8), no Estádio Nabi Abi Chedid-SP. Luan Cândido marcou o único gol da partida. Equipe rubro-negra segue em Atibaia até sexta-feira, quando segue para Porto Alegre, onde enfrenta o Internacional no sábado.

O jogo
A partida começou com o Bragantino ficando mais tempo com a posse de bola. Aos poucos, o Flamengo foi se soltando no jogo e trocava passes no campo de ataque em busca de espaços na defesa adversária. Aos 16’, os donos da casa abriram o placar com Luan Cândido, que desviou de cabeça após falta cobrada por Arthur: 1 a 0.

Aos 33’, Lázaro rolou para Vitinho na entrada da área, o atacante arriscou o chute, mas Cleiton fez a defesa no centro do gol. Aos 44’, Everton Ribeiro cruzou na área e Vitinho apareceu na segunda trave, mas pegou mal e bateu para fora. O Rubro-Negro foi para o intervalo em desvantagem.

Na volta para o segundo tempo, o árbitro chegou a marcar pênalti em cima de Andreas. Após checagem no VAR, foi assinalado o impedimento do volante rubro-negro. A equipe rubro-negra cresceu na partida e conseguia ficar mais com a posse de bola, com boa movimentação no ataque.

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Aos 24’, o VAR entrou em ação novamente e chamou o árbitro para revisão de lance. Após checagem, Wilton Pereira deu cartão vermelho para Luan Cândido, que agrediu Matheuzinho no rosto.

Com um homem a mais, o Flamengo se mandou todo para o ataque, enquanto o Bragantino apenas se defendia. Apesar de tentar até o fim, o time rubro-negro saiu derrotado em Bragança Paulista.

Próximo compromisso
O Mais Querido volta a campo no sábado (11) para enfrentar o Internacional, às 21h, no Beira Rio, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ficha técnica
RB Bragantino 0x1 Flamengo – 10ª Rodada do Campeonato Brasileiro
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, Bragança Paulista-SP
Data e hora: 08/06/2022 às 20h30
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Bruno Boschilia (PR)
Cartões amarelos: Helinho (BGT), Lázaro (FLA), Léo Pereira (FLA), Willian Arão (FLA) e Gabi (FLA)
Cartão vermelho: Luan Cândido (BGT)
Gols: Luan Cândido (BGT).

Escalação de Flamengo
Hugo; Matheuzinho, Rodrigo Caio (Gustavo Henrique), Léo Pereira e Ayrton Lucas (Filipe Luís); Thiago Maia (Willian Arão), Andreas, Everton Ribeiro (Marinho) e Vitinho; Lázaro (Pedro) e Gabi.
Técnico: Paulo Sousa.

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Escalação do Bragantino
Cleiton; Aderlan, Léo Ortiz, Natan e Luan Cândido; Raul (Jadsom Silva), Eric Ramires (Renan) e Praxedes (Lucas Evangelista); Arthur, Helinho (Kevin) e Ytalo (Hyoran).
Técnico: Mauricio Barbieri.

fonte: https://www.flamengo.com.br/noticias/futebol/flamengo-e-derrotado-pelo-bragantino-por-1-a-0–no-nabi-abi-chedid

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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