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Chapecoense vence Sampaio Corrêa na Arena Condá
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A Chapecoense entrou em campo na noite desta sexta-feira (1), na Arena Condá, para enfrentar o Sampaio Corrêa em partida válida pela 16ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. No duelo contra a equipe de São Luís, a Chapecoense venceu a primeira diante do seu torcedor na Arena Condá, anotando três gols na segunda etapa e decretando o placar final em 3 a 1. Os tentos alviverdes foram marcados por Lucas Hipólito (gol contra), Lima e Marcelo Santos, enquanto o adversário diminuiu com Ygor Catatau.
A partida:
Empurrada pela torcida, a Chapecoense finalizou pela primeira vez aos dois minutos iniciais de jogo, quando Tiago Real acionou Orejuela no ataque. O camisa 13 invadiu a grande área e chutou no contrapé para defesa do goleiro adversário. Minutos depois, aos seis, Fernando subiu em velocidade pelo lado esquerdo e realizou cruzamento na área buscando Tiago Real. O meio campista se esticou, mas não alcançou a bola, que parou nas mãos do goleiro Gabriel. Pressionando a equipe visitante, o Verdão finalizou a primeira etapa com novo lance de perigo, aos 41, Em bate e rebate dentro da área, Victor Ramos dominou no peito e a bola sobrou para Tiago Real, que arriscou de primeira, mas a bola passou por cima do gol.
No segundo tempo, não demorou para o Verdão abrir o marcador, ainda no minuto inicial da etapa complementar Tiago Real acionou Orejuela em profundidade, o camisa 13 cruzou na área e Lucas Hipólito, tentando afastar o perigo, mandou a bola contra o próprio gol, anotando 1 a 0 para a Chapecoense. Mesmo a frente no placar, o Verdão buscou ampliar a vantagem. Infiltrando a linha de marcação e aparecendo como elemento surpresa na área, Matheus Bianqui carimbou o travessão em lance de perigo aos 19. Mas a bola só balançou as redes novamente aos 35, quando Lima, Cria do Condá, fez uma pintura de fora da área e deixou 2 a 0 para o Verdão.
A resposta da equipe visitante surgiu aos 39, quando Ygor Catatau diminuiu a vantagem alviverde, assinalando 2 a 1 no placar. Se mantendo aguerrida e apoiada pelo torcedor, a Chapecoense saiu para o ataque e, aos 50, no último minuto de jogo, Marcelo Santos recebeu na intermediária de ataque, limpou a marcação e chutou firme, em gol que decretou o marcador final de 3 a 1! Com o resultado, o Verdão abre a 16ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro com vitória na Arena Condá e se afasta da zona de rebaixamento.
Próximo jogo:
A Chapecoense entra em campo novamente na terça-feira (05), às 19h, para confronto diante do Londrina, em jogo atrasado, válido pela 10ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
fonte: https://chapecoense.com/pt/noticia/chapecoense-vence-sampaio-correa-na-arena-conda
Fonte: Agência Esporte
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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.
Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.
Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.
“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.
Lula questiona dependência de patrocínios
Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.
Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.
“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.
Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.
“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.
Modelo empresarial como alternativa
Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.
Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.
“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.
A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.
A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.
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