CUIABÁ

ESPORTES

América-MG e Atlético-MG ficam só no empate em Minas Gerais

Publicados

ESPORTES

América-MG e Atlético-MG ficaram no 1 a 1 no Independência, neste domingo (28.08), pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. 

O Galo abriu o placar com Hulk, cobrando falta. O América-MG buscou o empate com Henrique Almeida, ainda no primeiro tempo. E teve tudo para virar, novamente com o atacante, que desperdiçou um pênalti, goleiro do Atlético, Everson defendeu.

Com o resultado, o América chegou a 32 pontos e aparece na primeira parte da tabela. Já o Galo foi a 35 e segue fora do G6 da competição e, consequentemente, da zona de classificação para a Libertadores do ano que vem.

 O América volta a campo no próximo sábado (3), diante do Coritiba, no Independência, às 20h30 (de Brasília). Já o Atlético enfrenta o Atlético-GO, domingo (4), às 18h, no Antônio Accioly.

FICHA TÉCNICA:

AMÉRICA-MG 1 x 1 ATLÉTICO-MG

Competição: 24ª rodada do Campeonato Brasileiro

Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG)

Data e horário: 28 de agosto de 2022, às 16h (de Brasília)

Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC)

Assistentes: Rafael da Silva Alves (Fifa/RS) e Thiaggo Americano Labes (SC)

Leia Também:  João Fonseca brilha em Miami e avança à terceira fase do Masters 1000

VAR: Rafael Traci (SC)

Cartões amarelos: Eder, Henrique Almeida e Pedrinho (América-MG); Allan, Alonso, Keno e Hulk (Atlético-MG)

Gols: Hulk (CAM), aos 9′, e Henrique Almeida (AME), aos 18 minutos do primeiro tempo.

AMÉRICA-MG: Matheus Cavichioli; Raúl Cáceres, Eder, Ricardo Silva e Marlon; Lucas Kal, Juninho e Martinez (Matheusinho); Felipe Azevedo (Pedrinho)., Everaldo (Aloísio) e Henrique Almeida (Wellington Paulista). Técnico: Vágner Mancini 

ATLÉTICO-MG: Everson; Mariano, Rever, Júnior Alonso (Nathan Silva) e Guilherme Arana; Allan, Jair e Zaracho (Nacho); Ademir (Pedrinho) (Rubens), Pavón (Keno) e Hulk. Técnico: Cuca.

Fonte: Agência Esporte

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ESPORTES

Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

Publicados

em

Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

Leia Também:  Brusque vence o Criciúma pela serie B

Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

Leia Também:  João Fonseca brilha em Miami e avança à terceira fase do Masters 1000

Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA