CULTURA
Cinema São Luiz vai transmitir cerimônia do Oscar 2026 em Pernambuco
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Neste domingo (15), o Brasil inteiro vai vibrar junto na cerimônia do Oscar 2026. O motivo é o filme O Agente Secreto, do cineasta Kleber Mendonça Filho, que concorre a quatro estatuetas, incluindo a de Melhor Filme. E claro que o templo do cinema pernambucano não vai ficar de fora da torcida.

O Cinema São Luiz, no Recife, que foi um dos cenários do longa, abre as portas neste domingo, a partir das 18h30, para reunir o público e torcer junto. E o melhor: de graça.
Comemorar no São Luiz tem um sabor especial. Foi o que destacou a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula:
“O Oscar deste ano tem um sabor especial para Pernambuco. Ver um filme de Kleber Mendonça Filho chegar a uma premiação tão importante, levando o nome do nosso estado e tendo o Cinema São Luiz como parte desta história, é uma forma de celebrar a força da cultura e do cinema pernambucano.”
Além da transmissão da cerimônia, que acontece nos Estados Unidos a partir das 21h, a Secretaria de Cultura de Pernambuco preparou uma programação para receber o público em frente ao Cinema São Luiz. A festa vai ter frevo, apresentação da Pitombeira dos Quatro Cantos e desfile dos tradicionais bonecos gigantes de Olinda, com direito a tapete vermelho.
Tudo isso faz parte da iniciativa ‘Pernambuco no Oscar’, promovida pelo governo estadual por meio da Secult e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.
Para quem quiser garantir seu lugar dentro do Cinema São Luiz, os ingressos serão distribuídos neste sábado (14), a partir das 10h, exclusivamente na bilheteria, com o limite de um ingresso por CPF.
Quem não conseguir entrar também vai poder curtir a festa. Um telão será montado na área externa para acompanhar a transmissão do Oscar. O espaço ainda contará com cenários inspirados no filme O Agente Secreto, incluindo a famosa “Perna Cabeluda”, garantindo uma experiência cinematográfica completa para o público.
Outras informações estão disponíveis no Instagram oficial do Cinema São Luiz.
CULTURA
Mostra reúne obras de egressos dos sistemas prisional e socioeducativo
Vinte e sete egressos dos sistemas prisional e socioeducativo e familiares assinam trabalhos na exposição, “Coexistir Habitar”, em cartaz num espaço de arte contemporânea, instalado em imponente casarão do século 19, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro.

A mostra no Largo das Artes é resultado de curso realizado no Museu da Vida Fiocruz, que trabalhou o projeto como ferramenta de escuta e reconstrução de trajetórias.
Segundo o curador Jean Carlos Azuos, a iniciativa coloca a arte como um direito de todos…
“Antes de ser apenas um espaço de exposição, ele afirma o fazer artístico como um direito. Produzir arte não é privilégio, é possibilidade legítima de existência. Quando essas obras ganham visibilidade, algo se transforma, muda o reconhecimento do público, muda também a forma como esses artistas passam a ser vistos por suas famílias, suas redes de afeto. Se antes havia um estigma, agora há reconhecimento. A exposição inverte essa lógica e nos convida a celebrar essas potências que são essas pessoas”.
Jean Carlos fala também sobre as escolhas temáticas da exposição…
“A mostra é atravessada por uma relação intensa entre a arte e vida. As obras abordam a espiritualidade, cotidiano, relações familiares, experiências de trabalho e a presença de corpos negros periféricos na cidade, em linguagens diversas, como pintura, vídeo, escultura e instalação. É possível compreender aspectos dessas realidades por meio dos trabalhos, mas a exposição não se limita à narrativa da privação da liberdade. Não há compromisso exclusivo com a denúncia, mas com a criação. São produções esteticamente consistentes, que poderiam ocupar qualquer museu ou galeria no país”.
Ao ocupar o Largo das Artes, sede de projetos artísticos de vários países, a mostra também cria um encontro simbólico entre territórios historicamente marginalizados e o circuito cultural tradicional carioca. O curador reforça essa importância..
“Estar no circuito cultural tradicional é um gesto de reposicionamento. Insere essas produções no debate público e tenciona o próprio sistema das artes. A exposição afirma que esses artistas não se reduzem a um episódio de suas biografias, mas pelo contrário, são sujeitos múltiplos, criadores livres no exercício do fazer”.
Além da mostra, o projeto conta com atrações variadas, como detalha Jean Carlos.
“A programação prevê encontros com artistas, rodas de conversa e ações mediadas por educadores, interlocutores, a exposição se desdobra em atividades artístico-pedagógicas ao longo de todo o período em cartaz, ampliando assim o diálogo com os diferentes públicos. É, não é apenas só a mostra, é um espaço contínuo de troca, de reflexão, de partilha”.
A exposição “Coexistir Habitar” tem entrada gratuita, com visitação até 25 de abril, de terça a sábado, das 10h às 17h. Anote o endereço: Rua Luís de Camões, região central da cidade.
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