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Prefeitura reforça ações de limpeza urbana

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Loteadores estão sendo chamados para contribuir, e toda a comunidade pode “e deve” ajudar

Limpeza. Organização. Trabalho em equipe. Cooperação. o prefeito Ari Lafin reuniu, nesta segunda-feira (18 de novembro), coordenadores e secretários para destacar a necessidade de reforçar as ações de limpeza e manutenção em áreas públicas de Sorriso.

As chuvas, que agora se mostram mais presentes no cotidiano, também contribuem para o crescimento acelerado da vegetação, o que pode transformar, rapidamente, um terreno baldio em um matagal enorme. E justamente para partilhar da mesma preocupação com as áreas públicas, o prefeito está mobilizando loteadores, para que, a exemplo de anos anteriores, todos contribuam para manter áreas loteadas, ainda não vendidas, sempre limpas.

“O cuidado com a limpeza precisa ser constante, tanto neste período de chuva intensa, quando a vegetação se alastra rapidamente, o que pode potencializar a proliferação de insetos, como o mosquito da dengue, por exemplo, como nos períodos de seca, quando o descuido e o mato seco podem resultar em incêndios”, comentou o prefeito, destacando que o apoio de cada cidadão é fundamental neste processo.

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“Sabemos da nossa responsabilidade enquanto Prefeitura, estamos, mais uma vez, pedindo apoio aos nossos loteadores, para que mantenham limpos os lotes baldios que estão à venda e igualmente estendemos nosso pedido de ajuda a cada sorrisense, para que, tanto quintais, quanto terrenos vagos, fiquem sempre limpos”, complementou Ari.

Manter a área com mato alto, o que comprometer a saúde e a segurança de toda a população, pode doer no bolso. A multa por deixar o terreno sujo varia de acordo o tamanho da área (5 a 60 VRFs, ou R$ 481,50 a R$ 5.778,00). Além da multa, a Prefeitura faz a limpeza e cobra, do proprietário, a taxa de limpeza. Assim como a multa, o valor também varia em função do tamanho do terreno, conforme prevê a Lei Complementar 277/2018. Caso o terreno venha a sofrer algum tipo de queimada, a multa mínima é de R$ 5 mil.

O cuidado com o asseio igualmente se expande para a gestão do lixo. Por conta de problemas em maquinário, a coleta de resíduos sólidos está atrasada, mas segue sendo feita. “Pedimos somente um pouco de paciência, visto que tivemos problemas com uma máquina, mas o serviço segue sendo realizado”, afirmou o secretário Milton Geller, que responde pela pasta de Obras e Serviços Públicos.

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Presente na agenda da Prefeitura durante todo o ano, a preocupação com a limpeza urbana aumenta neste período, em que a cidade naturalmente fica mais movimentada pelas compras de fim de ano e pelos passeios, muitas vezes com visitantes, para apreciar a decoração natalina.

E é claro que cada sorrisense também pode contribuir para manter as ruas, praças e demais áreas públicas da cidade sempre limpinhas, jogando o lixo somente nas lixeiras. Nem mesmo um papelzinho de bala pode sair assim, soltinho ao vento. Mais que deixar o ambiente feio, ele pode se juntar a outros papeizinhos de bala, canudinhos e sair por aí, entupindo boca de lobo, por exemplo.

“Limpeza e organização são ações sempre coletivas, que dependem da colaboração de todos para o resultado ser satisfatório”, pontuou o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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