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Prefeitura analisa pedido de RGA para os servidores municipais

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Sinsems também solicitou, além da revisão nos vencimentos, aumento no vale-alimentação

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorriso (Sinsems) solicitou um índice de 9% de revisão geral anual (RGA) e a elevação do vale-alimentação, que hoje é de R$ 500, para R$ 750. O pedido foi oficializado na manhã desta quinta-feira (30 de janeiro), quando o prefeito, Alei Fernandes, a primeira-dama, Mara Fernandes; o vice-prefeito, Acacio Ambrosini; o secretário de Administração, Bruno Delgado, e demais integrantes da Administração Municipal recepcionaram o presidente do Sinsems, Leocir Faccio, demais representantes do Sinsems e vereadores para falar sobre a remuneração dos servidores.

“Vamos analisar este pedido e achar um termo de equilíbrio, que permita conceder a RGA sem que isso impacte de maneira negativa as finanças do Município”, respondeu Alei, informando que houve queda na arrecadação e que uma contraproposta deve ser apresentada amanhã, permitindo assim que o projeto de lei para conceder a revisão seja votado já na próxima semana pela Casa de Leis.

Além disso, prefeito, vereadores e sindicalistas são unânimes em reafirmar a necessidade de se fazer um planejamento para os quatro anos, e, mais que isso, buscar, dentro da legalidade, um indexador que permita uma revisão automática da remuneração dos servidores.

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No ano passado, os professores receberam 7% de aumento e os demais servidores, 5%. O vale alimentação passou de R$ 400 para R$ 500. Além do pedido de 9% de RGA para este ano, e a evolução do vale alimentação de R$ 500 para R$ 750, o Sinsems já havia solicitado ao Executivo Municipal uma recomposição salarial de 26% aos professores.

“Somos sensíveis à demanda dos servidores, sabemos que é um direito, mas reforço que precisamos avaliar este pedido com muita cautela e responsabilidade” reiterou o prefeito, acrescentando que o olhar cuidadoso com os servidores públicos também está em buscar mecanismos para facilitar o acesso à casa própria, disponibilizar um espaço para lazer e investir em formação continuada.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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