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Uso de bioinsumos deve ultrapassar 20% de expansão em 2025

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O mercado de bioinsumos no Brasil, que inclui tecnologias como biofungicidas e solubilizadores de nutrientes, segue em rápida expansão e deve alcançar uma taxa de crescimento superior a 20% em 2025, conforme especialistas do setor. Durante o 2º Workshop ANPII Bio de Inteligência de Mercado, realizado pela Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (ANPII Bio), foram discutidas as principais tendências desse segmento, que tem se tornado cada vez mais acessível aos produtores, independentemente do porte de suas propriedades.

Os bioinsumos têm se destacado por sua capacidade de substituir produtos químicos e fertilizantes minerais, com benefícios tanto para a saúde do solo quanto para a sustentabilidade da produção agrícola. Tecnologias como biofungicidas, bionematicidas e bioinseticidas vêm conquistando os produtores por promoverem uma maior absorção de nutrientes pelas culturas, além de reduzir as perdas causadas por doenças. Esses produtos têm se mostrado eficazes na proteção das lavouras, melhorando a produtividade e o equilíbrio ambiental.

Apesar do crescimento acelerado, o setor ainda enfrenta desafios, como a necessidade de maior capacitação técnica dos agricultores e a implementação de regulamentações específicas para novos produtos. Contudo, os investimentos contínuos em pesquisa, desenvolvimento e qualificação apontam para um futuro promissor. Os bioinsumos se consolidam como uma alternativa sustentável e eficaz para a agricultura brasileira, favorecendo a produção de alimentos de forma mais equilibrada e com menor impacto ambiental.

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Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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