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Termina nesta sexta-feira o 33° Congresso Brasileiro de Agronomia

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ATUALIZADO – Termina nesta sexta-feira (15.09), em Pelotas, no Rio Grande do Sul, a 33ª edição do Congresso Brasileiro de Agronomia (CBA 2023). O evento é realizado dentro do parque de exposições da Associação Rural de Pelotas (ARP), reunindo Engenheiros Agrônomos e estudantes de Agronomia de todo o Brasil para uma série de cursos, palestras, painéis temáticos, exposições de trabalhos acadêmicos, além de apresentação e rodada de negócios voltados a startups ligadas ao setor do agronegócio.

Promovido pela Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (CONFAEAB) e Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul (SARGS), o CBA 2023 é realizado pela terceira vez no Estado, retornando após 14 anos da última edição em território gaúcho e, pela primeira vez, o Congresso ocorre na Zona Sul do Estado.

Na aberrura do encontro o presidente da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil, Cleber Santos, falou sobre a importância de se estar discutindo, durante o evento, a questão da formação dos engenheiros.

“O tema principal deste encontro é a questão da educação porque ela envolve uma série de outras questões, que vão além da formação. Além disso, é manter uma formação eclética do engenheiro agrônomo, com capacidade para trabalhar com foco em desenvolvimento em vários aspectos, como a agroindustrialização, infraestrutura, produção, armazenagem, recursos naturais etc. A outra questão é a valorização do conhecimento agronômico para resolver as grandes questões da sociedade brasileira. A agronomia tem as soluções para muitos problemas”, frisou Cleber.

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O presidente da associação de Agrônomos do Distrito Federal, Antonio Queiroz Barreto, lembrou que a profissão de engenheiro agrônomo era tida como a profissão do futuro, mas que já se tornou a profissão do presente.

“O nosso crescimento como nação está bastante vinculado à atuação do engenheiro agrônomo, responsável por trazer tecnologia e inovação e, mais importante, a integração entre as profissões que promovem o agronegócio e o crescimento nacional. O engenheiro agrônomo é o profissional da integração nacional que vai trazer para si a responsabilidade de conquistar as outras profissões e formar um modelo de negócio que torne o país realmente desenvolvido”, completou.

José Fagundes Neto, do Conselho Federal de Agronomia, lembrou que a agronomia oferece soluções não apenas para os problemas mais sérios, não apenas da agricultura, mas da economia como um todo.

“Agronomia é a ciência que atua diretamente no agronegócio. E esse é algum negócio que hoje oferece ao Brasil a possibilidade de manter uma balança comercial estável e preponderante, para que a gente mantenha a inflação baixa, para que a gente garanta a segurança alimentar do nosso povo etc. Por isso, é muito importante a participação dos profissionais neste congresso, para discutir essas questões, se atualizar e se preparar para o futuro”.

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Fonte: Pensar Agro

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Mato Grosso exporta US$ 2,1 bilhões em setembro para 115 países

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Reprodução Secom/MT

Mato Grosso exportou US$ 2,1 bilhões em setembro e encerrou o mês como o 6º maior exportador do Brasil, responsável por 6% das vendas brasileiras ao exterior. Os produtos mato-grossenses chegaram a 115 países, com o milho liderando os embarques. Como as importações somaram US$ 233 milhões, o Estado registrou um saldo positivo de aproximadamente US$ 1,9 bilhão na balança comercial.

Os números integram o boletim de comércio exterior elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), por meio do DataHub MT, com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O desempenho acumulado está acima do registrado no ano passado. Entre janeiro e setembro, Mato Grosso vendeu US$ 26,5 bilhões ao mercado internacional, crescimento de 16,9% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado representa US$ 3,8 bilhões a mais em exportações.

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, a força exportadora de Mato Grosso deve ser acompanhada pela ampliação do processamento da produção dentro do Estado.

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“Mato Grosso é um grande exportador e tem um papel importante no abastecimento de mercados internacionais. O Governo tem atuado fortemente para que essa capacidade também se traduza em mais agroindustrialização. Queremos ampliar a transformação da nossa produção aqui, agregar valor ao que vendemos e gerar mais empregos e renda para os mato-grossenses. Além de produzir e exportar commodities, precisamos aproveitar cada vez mais as oportunidades que a indústria oferece”, afirma.

Em setembro, o milho respondeu por US$ 641,1 milhões, equivalentes a 30,3% das exportações estaduais. Na sequência aparecem a soja, com US$ 354 milhões, e a carne bovina congelada, com US$ 257,5 milhões. Farelo e resíduos da extração do óleo de soja somaram US$ 249,3 milhões, enquanto o algodão alcançou US$ 163,3 milhões.

A China foi o principal destino dos produtos mato-grossenses, com compras de US$ 342,3 milhões, ou 16,2% do total. Países Baixos, Egito, Irã e Espanha completaram a lista dos cinco maiores compradores no mês.

Na comparação com agosto, o valor exportado caiu 12,6%. Frente a setembro de 2025, a redução foi de 6,2%. O volume embarcado totalizou 4,75 milhões de toneladas, queda de 23,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Do lado das importações, os fertilizantes nitrogenados, potássicos e fosfatados concentraram 54,5% dos US$ 233 milhões gastos pelo Estado em setembro. Defensivos e reguladores para plantas representaram outros 22,7%, mostrando o peso dos insumos agrícolas nas compras internacionais.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, as importações chegaram a US$ 2 bilhões. Com isso, a diferença entre as vendas e as compras externas de Mato Grosso ficou positiva em US$ 24,5 bilhões, avanço de 17,9% sobre o mesmo período de 2025.

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