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São Paulo oferece curso de exportação para micros e pequenos

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O Governo de São Paulo criou o Programa Paulista de Capacitação para Exportações (Exporta SP) que poderia servir de exemplo para outros estados. Criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e executado pela InvestSP, o programa é uma oportunidade única para pequenos negócios ampliarem sua atuação e entrarem no mercado global, com apoio especializado e gratuito.

Com aulas 100% online, o Exporta SP já abriu inscrições para a turma do primeiro semestre de 2025. Ao longo de quatro meses, os participantes terão acesso a 20 aulas coletivas ministradas por especialistas da InvestSP e da Fundação Instituto de Administração (FIA). Os empreendedores também participarão de workshops voltados à criação de redes de contato e aprendizado sobre temas como preços, inteligência comercial, marketing, contratos internacionais, logística e vendas.

O programa não apenas capacita, mas também incentiva pequenos produtores e empresários a superarem desafios do comércio internacional, como logística e definição de preços competitivos. Além disso, é gratuito, o que o torna acessível a muitos que, de outra forma, não teriam condições de participar de capacitações deste tipo.

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Com vagas destinadas a empreendedores de todas as regiões do estado e foco na diversidade de segmentos, o Exporta SP é uma referência que outros estados poderiam adotar. Iniciativas como essa promovem a inclusão de pequenos negócios no mercado internacional, contribuindo para a geração de empregos e renda local.

Os interessados em participar podem preencher o formulário de cadastro e avaliação de maturidade exportadora disponível no site da InvestSP. É uma oportunidade de crescimento que pode transformar pequenas ideias em grandes negócios globais.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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