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Governo estuda reformulação no modelo de seguro rural

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está empenhado em debater uma reestruturação do programa de subvenção ao seguro rural adotado no Brasil. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou a necessidade de modernizar o sistema, citando a disponibilidade de ferramentas avançadas no mercado e a evidência das mudanças climáticas no campo.

Após uma reunião técnica com o ex-ministro Roberto Rodrigues, um dos responsáveis pela criação do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR), o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou a necessidade de atualizar o programa.

“Precisamos modernizar o seguro rural no Brasil. Temos ferramentas muito modernas disponíveis no mercado e culmina também com a comprovação de que as mudanças climáticas chegaram de fato ao campo”, disse Fávaro.

A reformulação do seguro rural ganhou força após o aumento de sinistros e de indenizações nas últimas safras, em decorrência das intempéries mais frequentes, o que levou algumas seguradoras a deixarem de atuar no segmento rural.

O objetivo é garantir mais segurança aos produtores e oferecer custos acessíveis, possibilitando que o governo forneça subvenções dentro de suas limitações orçamentárias.

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A necessidade de reformulação do seguro rural foi impulsionada pelo aumento de sinistros e indenizações nas últimas safras, devido às intempéries mais frequentes, levando algumas seguradoras a abandonarem o segmento rural.

  • Ampliação da cobertura do seguro para novas culturas e regiões
  • Simplificação dos processos de contratação e indenização
  • Investimento em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias
  • Promoção de ações de educação e conscientização sobre o seguro rural

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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