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Diretoria da Aprosoja trata demandas do setor com ministra Tereza Cristina

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Diretoria da Aprosoja trata demandas do setor com ministra Tereza Cristina

O encontro aconteceu na sede do Ministério, em Brasília

17/05/2021

Diretoria da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) se reuniu com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, nesta segunda-feira (17.05), para apresentar algumas demandas do setor produtivo, dentre elas a armazenagem e a classificação de grãos. O encontro aconteceu na sede do Ministério, em Brasília.

Presidente da Aprosoja MT, Fernando Cadore, enfatizou a importância de investimentos em armazenagem e pediu prioridade no tema. “Nós fizemos um estudo e atestamos a viabilidade de armazéns pra todos os produtores, desde os que plantam 300 hectares. Pedimos prioridade nesta pauta que é de interesse de todos os produtores”, disse Cadore, ao ressaltar que atualmente em Mato Grosso são produzidos 35 milhões de toneladas de milho, com previsão de que em 2030 essa produção alcance 70 milhões”.

A ministra ouviu às demandas e pediu que enviem um estudo rapidamente ao ministério. “É importante vocês me mandem os números e o estudo porque estamos em tratativas sobre armazenagem e podemos conhecer e formular melhor em cima do que os atende. Já está anotado, nos tragam os estudos e vamos cuidar deste assunto”, afirmou Thereza Cristina.

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Também presente no encontro, o presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, pontuou sobre a classificação de grãos e a calendarização.

Senador – Além da reunião com a ministra, os diretores também trataram de Regularização Fundiária, logística e pautas ambientais com o senador, Carlos Fávaro.

Fonte: Ana Sampaio

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja-MT proporciona visita técnica da cigarrinha-do-milho com MAPA, Embrapa e Indea-MT

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Aprosoja-MT proporciona visita técnica da cigarrinha-do-milho com MAPA, Embrapa e Indea-MT

A vistoria ocorreu em Lucas do Rio Verde nesta terça-feira (25.01), para ver de perto os prejuízos causados pela “praga”

25/01/2022

Preocupada com a proliferação da cigarrinha-do-milho em diversas regiões do estado, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), convidou representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embrapa Milho e Sorgo, Instituto de Defesa Agropecuária do Estado Mato Grosso (Indea-MT), e outras autoridades para visitarem as lavouras de milho/safra e safrinha em Lucas do Rio Verde, nesta terça-feira (25.01).

Representando mais de 7.500 produtores rurais a Aprosoja-MT, quer alertar os associados quanto a “praga” que pode ser sinônimo de prejuízo no campo. A cigarrinha-do-milho pode destruir grandes áreas de cultivo.

De acordo com o vice-presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, desde o ano passado a entidade já vem detectando prejuízos grandes com a cigarrinha-do-milho. “Fizemos vários debates, realizamos Live e rodadas técnicas. Agora esse ano, estamos trazendo o MAPA, Indea e Embrapa para conhecerem de perto esse problema que vem tirando o sono do produtor. Nada melhor do que eles verem em loco as dificuldades enfrentadas pelos agricultores, para que assim possamos debater e chegar a um ponto em comum no manejo dessa “praga”, declarou Beber.

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O produtor rural de Lucas do Rio Verde e presidente do Sindicato Rural do Município, Antônio Isacc Lira afirmou que, “hoje estamos convivendo com esse grande e sério problema no milho, após 20 dias plantado observamos uma grande proporção de cigarrinha-do-milho, isso que já havíamos feito aplicações de defensivos nele”, alertou Lira.

A Pesquisadora em fitopatologia da Embrapa Milho Sorgo, Dagma Dionísia da Silva, disse que a cigarrinha-do-milho é um inseto que por si só ainda não causa muita preocupação, mas quando ela transmite patógenos que são as viroses e duas bactérias, que são os enfezamentos vermelho aí sim são problemas porque vai causar doenças lá na frente. “O que precisa ser feito? A partir do momento que a “praga” chega na região o produtor precisa fazer o manejo. Não existe uma única técnica, mas o manejo tem que ser feito desde o início do plantio, a medida em que que são implementados esses cuidados o produtor vai aprendendo a conviver com o problema”, explicou. A pesquisadora salientou ainda que, a presença de plantas de milho tiguera favorece a sobrevivência do inseto, “que se multiplica e migra para outras lavouras”.

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Para o secretario secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, José Guilherme Leal, “é importante a inciativa da Aprosoja-MT em fazer essa visita na lavoura, agregamos a Embrapa, Indea-MT e os técnicos da inciativa provada que têm experiencia no dia a dia no campo, para que a gente possa ver a situação e discutir algumas medidas e trabalhar com a implantação de manejo e pesquisas para acelerar o processo e as discussões. Queremos colocar mais ferramentas para o agricultor que está tendo tanto prejuízos”, enfatizou ao parabenizar a inciativa da Aprosoja-MT.

Após a visita as lavouras, as autoridades e técnicos participaram de um debate com produtores e representantes do setor do agro no Sindicato Rural de Lucas do Rio Verde.

Participaram da comitiva, além do vice-presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, os diretores da entidade, Nathan Belusso, Antônio Cavalaro e Zilto Donadello. O prefeito do Município, Miguel Vaz, representante da secretaria de Agricultura da cidade, as Fundações Rio Verde e Mato Grosso, Instituto de Pesquisas e Sindicato Rural.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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