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CONQUISTA HISTÓRICA

Max celebra promulgação da aposentadoria especial para agentes de saúde

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Foto Gil Gomes.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Pode), celebrou a promulgação da emenda constitucional que garante aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde (ACSs) e agentes de combate às endemias (ACEs). A medida foi promulgada pelo Congresso Nacional nesta sexta-feira (16).

Com a nova legislação, as mulheres poderão se aposentar aos 57 anos e os homens aos 60, desde que cumpram os requisitos previstos. Além disso, a emenda estabelece 25 anos de contribuição e exercício na atividade.

Outra conquista é a garantia de integralidade e paridade para servidores vinculados a regimes próprios de previdência, conforme as regras da emenda. Ou seja, o benefício poderá corresponder ao último salário, com reajustes iguais aos dos profissionais da ativa. As medidas também contemplam agentes indígenas de saúde e saneamento.

Para Max, a mudança representa o reconhecimento de uma luta de décadas dos profissionais que atuam na prevenção de doenças e no atendimento às famílias.

“Essa é uma conquista histórica para uma categoria que dedica a vida ao cuidado das pessoas. E faz justiça ao trabalho que realizam diariamente em nossas comunidades”, afirmou.

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Avanço na efetivação dos agentes

Além da aposentadoria especial, a emenda estabelece medidas para regularizar os vínculos funcionais dos ACSs e ACEs. Ao mesmo tempo, proíbe contratações temporárias ou terceirizadas, exceto em situações de emergência de saúde pública.

Segundo Max, a nova legislação fortalece o trabalho já realizado junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) e aos municípios pela efetivação dos profissionais.

“Agora, nosso diálogo com os municípios, mediado pelo TCE, avança ainda mais no sentido de garantir a efetivação desse direito recém-conquistado”, destacou.

A defesa das categorias acompanha a trajetória política de Max. Ainda como prefeito de Jaciara, ele esteve entre os primeiros gestores de Mato Grosso a efetivar agentes de saúde.

Já na ALMT, criou a Câmara Setorial Temática (CST) dos ACSs e ACEs, que deu origem à Frente Parlamentar das categorias. Além disso, contribuiu para a qualificação de 3.301 profissionais e defendeu a criação do auxílio-alimentação de R$ 200 mensais.

Max com ACE e ACS. Foto: Gil Gomes.

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Mauro Mendes apoia cortes de gastos anunciados por Pivetta em Mato Grosso

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A política de redução de despesas anunciada pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos) recebeu o apoio do ex-governador e senador eleito Mauro Mendes (União Brasil). Ao comentar os ajustes na administração estadual, Mauro defendeu a continuidade das medidas e afirmou que o controle dos gastos deve fazer parte da rotina do poder público, independentemente de quem esteja no comando.

Na avaliação do ex-governador, a economia de recursos precisa caminhar junto com o aumento da arrecadação para que o Estado tenha dinheiro disponível para executar obras e outros projetos. Ele também argumentou que a contenção de despesas não foi uma medida isolada de sua administração, mas uma prática adotada ao longo dos sete anos em que comandou Mato Grosso. “Eu passei o governo inteiro apertando os cintos e fazendo cortes. É natural que ele continue fazendo”, afirmou.

Mauro também relacionou essa estratégia ao volume de investimentos realizados durante sua passagem pelo Executivo estadual. Segundo ele, reduzir gastos e ampliar receitas permite abrir espaço no orçamento para novas ações. A declaração, no entanto, não detalha quais despesas foram cortadas durante sua gestão nem apresenta números para dimensionar a economia obtida com essas medidas.

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A defesa dos ajustes ocorre enquanto Pivetta sinaliza mudanças para conter despesas da máquina pública. O alcance dos cortes, os setores que poderão ser afetados e os valores que o governo pretende economizar ainda dependem dos detalhes das medidas a serem implementadas.

Ao apoiar a iniciativa do atual governador, Mauro reforça a defesa de uma administração baseada no controle fiscal. O impacto dessa política, porém, dependerá de como os ajustes serão executados e de como o governo conciliará a redução de custos com a manutenção dos serviços públicos e dos investimentos em Mato Grosso.

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