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Rondonópolis comemora desempenho nos Jogos Estudantis Estaduais 2026 em Sinop

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal Adjunta de Esporte e Lazer, comemora os resultados alcançados pelas Seleções Municipais durante a etapa estadual dos Jogos Escolares Mato-grossenses 2026, realizada no município de Sinop, entre os dias 24 e 31 de julho. A competição reuniu as principais equipes escolares do Estado de Mato Grosso na categoria Sub-17, representando o mais alto nível do esporte estudantil estadual.

Os atletas que representaram Rondonópolis na competição são oriundos dos projetos esportivos permanentes desenvolvidos e apoiados pela Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer, reforçando o compromisso da administração municipal com a formação esportiva e cidadã de crianças e adolescentes.

Seleção sub 17 feminino Voleibol – 2 lugar

Conforme a Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer, o desempenho das delegações rondonopolitanas evidencia a efetividade da política pública de desenvolvimento esportivo implementada pelo Município, que mantém profissionais técnicos especializados responsáveis pela formação e condução das seleções municipais nas modalidades de futsal, handebol, voleibol, basquetebol, xadrez e badminton.

Na modalidade de *Basquetebol Masculino, sob o comando do técnico Benilson, a equipe realizou uma campanha consistente, garantindo classificação para a fase eliminatória da competição. A participação foi encerrada nas quartas de final diante de uma das principais equipes do Estado, demonstrando o elevado nível técnico alcançado pelo grupo.

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Seleção sub 17 Masculino Voleibol – 1 lugar

No Handebol Feminino, a equipe dirigida pelo técnico Francisco “Gil” Dias conquistou a quarta colocação geral, encerrando a competição entre as quatro melhores equipes de Mato Grosso. O resultado confirma a evolução da modalidade no município e fortalece o trabalho contínuo de formação realizado pela Secretaria.

O Voleibol Feminino, comandado pelo técnico Lucas Henrique, protagonizou uma campanha histórica ao conquistar o vice-campeonato estadual. Trata-se da melhor participação da história do voleibol feminino de Rondonópolis nos Jogos Escolares Mato-grossenses. Durante a competição, a atleta Isabelly Daurea destacou-se pelo elevado desempenho técnico, figurando entre os principais nomes da modalidade na competição.

Seleção sub 17 feminino Handebol – 4 lugar

O grande destaque da delegação foi o Voleibol Masculino, sob a direção do técnico Gerlanderson Pontes, que escreveu um dos capítulos mais importantes do esporte rondonopolitano ao conquistar, de forma invicta, o título de Campeão Estadual dos Jogos Escolares Mato-grossenses 2026. A equipe realizou uma campanha impecável, encerrando a competição sem sofrer derrotas e estabelecendo a melhor campanha da história do voleibol masculino de Rondonópolis na competição.

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Entre os atletas, Yuri Sonsin foi reconhecido como um dos grandes destaques do campeonato, sendo peça fundamental na campanha invicta que garantiu o título estadual ao município.

Seleção sub 17 masculino Basquete- 7 lugar

Além da conquista inédita, o título assegura a Rondonópolis a representação oficial do Estado de Mato Grosso no Campeonato Brasileiro Escolar de Voleibol, que será realizado no município de Foz do Iguaçu (PR), no período de 19 de outubro a 3 de novembro de 2026.

A Secretaria Municipal Adjunta de Esporte e Lazer parabeniza todos os atletas, treinadores, dirigentes, familiares e profissionais envolvidos, reconhecendo que as conquistas alcançadas refletem anos de dedicação, planejamento e investimentos contínuos no esporte como instrumento de desenvolvimento humano, inclusão social e promoção da qualidade de vida.

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Noite de autógrafos do livro “Entre o medo e a palavra”, de Janete Oliveira de Carvalho, movimenta Rachid Mamed na próxima sexta-feira (25)

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Ao levar pessoas para dentro da
biblioteca para usufruírem dos mais diversos tipos de linguagens
artísticas, preenche-se esse equipamento cultural de vida e
multiplica-se o conhecimento nas suas mais diversas formas. Essa é a
opinião do secretário adjunto de Cultura e Juventude, Jeth Wilson
Figueiredo, quando se refere ao lançamento da obra de autoficção
de Janete Oliveira de Carvalho, que acontece na próxima sexta-feira
(25), às 19h, na Biblioteca Rachid Mamed.

Jeth
salienta ainda que a iniciativa faz parte do Projeto Biblioteca Viva,
que acredita que a cultura não está longe, mas perto e dentro da
comunidade, podendo ser sorvida e produzida pelos próprios membros
do grupo comunitário. “A biblioteca deve ser lugar de encontro,
troca de ideias, manifestação, participação e formação cultural
através da realização de uma programação vasta e intensa. Assim,
por meio de ações como o lançamento do livro da Janete, buscamos
incentivar a população a frequentar nossas bibliotecas e ter nesses
espaços públicos locais de expressão e consumo de cultura nas suas
variadas modalidades”, defende ele.

Registros
feitos ao longo do tempo no papel, como se este fosse seu melhor
amigo, foram transformados em uma obra
literária em que a autora, com sensibilidade e maestria,
aborda temas delicados, mas necessários,
como abuso psicológico e físico na infância, além do
silenciamento que perpetua a violência contra a criança.

A
escrita como catarse foi seu refúgio durante um grande período,
permitindo que Janete conseguisse processar memórias dolorosas. “Um
dia, ao mostrar alguns textos para meu psicanalista, ele sugeriu que
eu os publicasse. Acolhi a ideia e comecei a elaborar os escritos não
mais apenas para desabafar, mas para dividi-los com as pessoas”,
comenta ela.

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Tomando
como linha mestra da
trama a atitude insidiosa e invasiva por parte de quem deveria
cuidar e proteger, mas, se aproveitando da autoridade e ascendência
da qual era investido à época dos fatos, massacra e oprime o
vulnerável e indefeso, a escritora tece a autoficção levando o
leitor a um recinto pantanoso com uma atmosfera sombria onde se
passam os acontecimentos, instigando-o a questionar títulos e papéis
atribuídos mas, por vezes, não desempenhados, como paternidade e
patriarcado.

Densa,
a obra traz questões importantes e atuais sobre a fragilidade
infantil diante a violência contra a criança, julgamento social e
familiar, culpabilização, intimidação, vergonha e medo. A
invalidação e a descredibilização da vítima, como mais um fardo
a ser enfrentado, são outros aspectos desse contexto penoso
retratado pela autora.

Residindo
atualmente em Itanhaém (SP), onde já lançou o livro, a escritora,
que é natural de Goiânia, declara que fazer a noite de autógrafos
em Rondonópolis – cidade na qual morou de 1986 a 2007, formou sua
família, construiu sua carreira como professora e sua vida pública
– é uma prova de fogo, já que agora, por meio dessa obra, as
pessoas vão ver quem é a verdadeira Janete, sem maquiagem.

“Quem
me conhece em Rondonópolis tem uma imagem social e superficial sobre
mim. Mas, depois de lerem o livro, todos vão me enxergar na
intimidade, vão saber da bagagem e das marcas que carrego na alma”,
manifesta a escritora.

Para
Janete, falar sobre um tema tão delicado é fundamental para coibir
que situações semelhantes aconteçam com outras pessoas. “Meu
desejo, quando decidi publicar essa história, era que ela fosse uma
ferramenta de libertação para aqueles, homens e mulheres, que
tenham sido abusados psicológica e fisicamente. Acredito que a
palavra é o início da cura. Ela liberta. Por isso, é preciso tocar
nesse assunto, evitar sua naturalização e legitimar o discurso da
vítima que, recorrentemente, é colocado em dúvida”, declara a
autora.

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São
316 páginas em que Janete faz revelações e reflexões sobre a
vulnerabilidade da criança, seu espaço e a voz que lhe é dada no
seio familiar, abuso e tomada de consciência por parte da vítima e
consequências na vida adulta, desmistificando tabus e destrinchando
os nós desse novelo social que impactam os atingidos pela violência,
encarando o assunto com a coragem, a força e a sabedoria daqueles
que sofreram, mas sobreviveram.

Oportunidades
como a que vai ocorrer na próxima sexta-feira estão abertas a
entidades, produtores e fazedores de cultura que queiram expor seus
trabalhos em um dos equipamentos culturais
disponíveis na cidade.

Em
Rondonópolis, há duas bibliotecas públicas que adotam o Projeto
Biblioteca Viva, conforme ressalta Jeth: “Utilizamos essa concepção
tanto na Rachid Mamed, que se encontra no Centro, quanto na
Biblioteca Manoel Severino da Silva, que se localiza na Vila
Operária. Ambas recebem aqueles que queiram fazer saraus,
performances, apresentações, enfim, encontros cultuarais”.

Reservas
para usar os espaços de uma das duas bibliotecas podem ser feitas
presencialmente no Centro Cultural José Sobrinho, na Rua Barão do
Rio Branco 2.650, Jardim Santa Luzia, entre a OAB e a UPA, ou através
do e.mail dlllbrondonopolis@gmail.com.

A
Biblioteca Rachid Mamed fica na Avenida
Marechal
Rondon 639, Centro.

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